Luanda - O Presidente do Conselho Nacional de Juventude, Isaías Kalunga, solicitou ao Banco Nacional de Angola (BNA), a disponibilização de uma linha de crédito para os jovens nos bancos comerciais do país.

Fonte: Club-k.net

O facto foi dado a conhecer por Isaías Kalunga na sua conta oficial do Facebook, avançando que solicitou uma audiência ao governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano com vista a viabilização do processo.

 

Na visão do líder do Conselho Nacional da Juventude, os bancos comerciais são as empresas que mais poder têm de impulsionar o crescimento da economia do país, “e como presidente do CNJ, solicitei uma audiência ao respeitável do BNA”.

 

Isaías Kalunga disse que, o encontro com o Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, tem por bjectivo de pedir que os bancos comerciais abram uma linha de crédito para jovens com iniciativas empreendedoras.

 

O líder da maior plataforma juvenil pensa igualmente que “os bancos não podem só se limitar a financiar as empresas, sendo que, estamos em tempo da crise económica”.

 

“E é neste período em que os Estados devem intervir na perspectiva de se evitar elevadas taxas de desemprego no país, até porque os Estados por si só não podem fazer tudo por terem recursos financeiros limitados”, lê-se no documento.

 

No documento enviado ao Banco Nacional de Angola Kalunga, acrescenta que os bancos comerciais devem desempenhar um papel importante em período de crise económica, tendo em conta a sua vocação para serem credores de potenciais investidores dos jovens com projectos que queiram começar ou relançar-se na actividade produtiva.

 

O presidente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), aponta como exemplo de alguns países, que segundo Isaías Kalunga, “apostaram nesta política económica, hoje são grandes potências mundiais”.

 

“No Reino Unido, trata-se de contribuir para um mundo próspero. Alemanha reflecte uma postura de generosidade e redistribuição para uma nação de economia próspera. E França trata-se por sua vez, de ajudar a regular a globalização por vezes como fonte de perigo”, referiu.

 

Além dos chineses, figuram também na lista países da Ásia e do Oriente Médio, como Vietname e Bangladesh (uma ex-colónia do Reino Unido), México, Indonésia, Turquia, Coreia do Sul, e países africanos como Egipto e a Etiópia.

 



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