Huambo - A realização da "Marcha Patriótica" organizada pelo Movimento de Acção de Angola (MOVANGOLA), marcada para este fim de semana (12.Fev.), pelas principais artérias da cidade do Huambo, está a ser marcada por polémica nas redes sociais, provocada pela convocatória "coerciva" dos funcionários públicos.

*Luís de Castro
Fonte: Club-k.net


48 horas após a nota de repúdio, assinada por nós, o Governo Provincial do Huambo, através do Gabinete para o Desenvolvimento Económico e Integrado (GDEI) do Huambo voltou a cometer mais um erro de palmatória, mobilizando a marcha de exaltação a imagem do Presidente da República, João Lourenço.

 

Ao voltar a cometer as mesmas trapalhices, o Governo local e o MOVANGOLA revela que estão completamente desalinhados ao novo paradigma que o PR J'LO diz querer imprimir, que passa pelo combate à bajulação, bem como usar às instituições do Estado para alimentar os apetites dos "Camaradas".

 

A pressa de bajular foi tanta, que o GDEI do Huambo apelidou o actual PR de "José Manuel Gonçalves", numa clara alusão a tentativa de ressuscitar o Arquitecto da Paz e da Corrupção no país, Zédu.

 

O MOVANGOLA está a ser um péssimo serviçal do MPLA e branqueador da imagem do seu Líder. Melhor dizendo, as organizações que engolem milhões do erário para engrossar à campanha política do MPLA continuam a usar o "chip" do tempo do partido único, exigindo os gestores da função pública à aderir os comícios e "bebícios" promovidos pelo glorioso (sem glória) MPLA.

 

O MOVANGOLA vai dando sinais da sua incapacidade de mobilização social e que não consegue caminhar sem estar atrelada às instituições públicas para campanha política à favor do partido no Poder.

 



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