A alteração da direcção da Ghassist esta ligada factores  de ordem burocrática responsáveis pela ineficiência que ultimamente a empresa denota e a  conflitos ocorridos com os trabalhadores de base, nomeadamente a insensibilidade em responder as necessidade dos trabalhadores e a  intrigas promovidas pelo DG  Manuel Almeida (Semanas antes das eleições, os trabalhadores da Ghassist pretendiam fazer  greve, porem, um quadro sênior Domingos Sebastião que exercia o cargo de representante do Estado naquela empresa e que agora esta na coordenação de gestão da TAAG convenceu os trabalhadores  para que não fizessem  a greve naquela altura devido as conseqüência que trariam para imagem do MPLA, mas tarde surgiram intrigas de autoria do DG Almeida sugerindo que D Sebastião era quem estava insentivar os trabalhadores a revolta)

Acentuação dos problemas técnicos da Ghassist chegou a ser  conotada a um material  encomendando a partir dos Estados Unidos  cujo atraso de chegada em território angolano retardou a execução de tarefas sobretudo quando ocorre descarga  em simultâneo (entendam-se aterragem de dois ou mais aviões ao mesmo tempo). Os matérias em referencia são escadas , tapetes, autocarros loaders, air starter e geradores, razão pela qual os atrasos dos aviões estão relacionados sempre com estas dificuldades. Por exemplo,  se chagam quatro aviões em simultâneo a Ghassist tem dificuldades em assistir porque terá de esperar as escadas e trocar os “loaders” para carregamento de bagagem.

Parte do trabalho efectuado pelo pessoal do descarregamento das malas  é feito de forma manual. Os Passageiros que usam o terminal internacional, tem notado que o tempo de recepção das malas no tapete., dilatou-se e são agora obrigados a esperar cerca de duas horas pelas malas. Hás reclamações surgem mais quando nas noites de  sexta feiras,  chegam  ao mesmo tempo vôos de Lisboa, Joanesburgo e um de Kinshasa.

CRISE DA EMPRESA DISPERATA CIRCULOS ESTRANGEIROS

A prestação da empresa tem estado a ser referenciada pela negativa em círculos internacionais através de relatos de responsáveis de companhias aéreas  estrangeiras  no país. Nos seus “briefings” apontam como catalizador dos problemas da Ghassist , a monopolização que ela exerce no mercado. Em outras palavras defendem o surgimento de mais empresas de “handling” no mercado  porque segundo argumentam, proporcionaria uma concorrência que seria saudável para própria  Ghassist.  É desde 1997,  a única  empresa de handling  a operar no aeroporto internacional “4 de Fevereiro” garantindo  assistência de  carga, correio, bagagem, serviços de rampa, serviço de limpeza de aeronave  e load control (despacho operacional, documentação de trafego e emissão de folha de carga e de balanceamento).  O trabalho que faz estava anteriormente  incluindo no pacote da TAAG, a companhia de bandeira nacional.

Recentemente, veio a Luanda uma delegação da prestigiada  Swissport (empresa responsável pela “handling” da SAA na África do Sul )  para contactos exploratórios na área de navegação aérea e aeroporto com as entidades dos transportes. No  contacto com a Ghassist, a 8 de Janeiro,  que teve como interlocutor  Ary de Carvalho, o administrador financeiro da “handling” , a delegação apresentou   contribuições e propostas para atenuar os problemas que a empresa enfrenta. Ficou patente a preocupação  externa sobre a crise que a empresa enfrenta.

A Ghasist é uma empresa com caracter privado envolvendo três accionistas nomeadamente a MACGRA, ENANA e TAAG.  O seu  PCA é  “Vinito” Gouveia, uma figura  muita próxima ao General Kopelipa. Parte da direção são figuras ligadas a famílias do poder político. A Presidente da Mesa de Assembléia é a economista Maria Mambo Café, uma figura respeitada do MPLA ao que suporta a conotações segundo a qual a empresa esteja ligada ao grupo de subdiciaria  pertença ao sector econômico do MPLA.

Fonte: Club-k.net



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