Em causa, a recente entrevista do general, na qual acusou  alguns partidos políticos de serem responsáveis pelas manifestações ocorridas recentemente no Leste do país, devido a um suposto recrutamento militar forçado.

Joaquim Nafoya, porta-voz do PRS,  não confirma a ocorrência de um recrutamento forçado de jovens mas, segundo ele, a manifestação que ocorreu no leste de Angola indiciou isso mesmo.

“ Alguma coisa está por detrás disto. São situações que vêem ocorrendo desde o período após eleições. Houve uma situação registada em Outubro de 2008 no município do Kuango, na localidade de Kafunfo, com alguma envolvência de partidos políticos que durante a campanha deram como garantia a liberalização do garimpo, caso ganhassem as eleições” – acusou o general furtado.

De acordo com o general, “ isto tem tido alguns contornos que perigam a segurança nacional”.

Replicou ainda que “as forças armadas não precisam de recrutar jovens para qualquer missão tanto dentro como fora do país. As forças armadas têm a sua missão de garante da  integridade territorial e da soberania nacional e fazem-no com base  na lei da defesa nacional. Qualquer actividade mobilizativa é feita com base numa lei geral sobre a mobilização como também é feita com base numa previa comunicação, com recurso a um despacho do ministro da defesa”.

Fonte: Apostolado



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