Lisboa - O digital “influencier” angolano, Edy André da Moura, 30 anos, encontra-se no Brasil, há já algumas semanas a fim de ser submetido a uma cirurgia plástica para implementação de próteses nos seios.

Fonte : Club-k.net

“Edy Sex”, de seu nome artístico, observa um processo de transformação corporal na qual tenciona se complementar como um transexual, contando com o apoio de uma importante figura do regime do MPLA, com quem partilha analogias.

 

Enquanto isto, “Edy Sex”, que tem a reputação de ser dado em criar factos para aparecer na imprensa, está a ser criticado pela comunidade LGTB, que o acusa de ter aprontado mais uma das suas, ao anunciar no instagram que deixaria de ser “gay passivo”, induzindo a imprensa ao erro. Desde a referida postagem que os medias tem estado a falar de si, esta semana.

 

“Vou opinar a cerca do “Edy Sex”, triste quando não medimos o impacto na vida dos outros gays, mentir sobre a condição de vida por fama, likes ou seja, mais triste usar de algo já estigmatizado socialmente e vem um LGBT e vem criar muito triste e desnecessário”, escreveu na plataforma facebook, Carlos Fernandes, o Presidente da Comunidade LGBT de Angola, agradecendo a “não construção de mais barreiras que impede o desenvolvimento sócio econômico dos LGBT”.

 

Em 2016, de forma a criar fama, recorreu a imprensa anunciar que dentro de sete anos iria fazer vários filhos e que iria se casar. Dizia também ter interrompido a sua suposta formação, em Cinema e Televisão, na Universidade Metropolitana de Angola, para se dedicar a carreira musical e não só. Revelando que pretende fazer o lançamento do seu primeiro trabalho discográfica num mês de Março.


“Tive que deixar a faculdade por causa da minha carreira musical, uma vez que pretendo em Março deste ano, lançar o meu primeiro disco. Não estava a conseguir conciliar a música, o estudo e os eventos. Então tive que priorizar a minha carreira, mas volto a estudar em 2016”, justificou-se, há altura quando entrevistado pelo Club-K, em Luanda.

 



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