Lisboa – O ministério da saúde tomou neste final de semana medidas retaliativas contra profissionais da saúde que tem aderiram a uma greve do Sindicato e que por conseguinte, por terem se constituído nos ausentes da marcha realizada neste sábado, em Luanda, pelo MPLA, visando saudar as supostas políticas do Presidente João Lourenço, para o sector da saúde em Angola.

Fonte: Club-k.net

Num informe que o Club-K teve acesso, a nível do Hospital Américo Boavida, o ministério da saúde procedeu com as seguintes retaliações/atropelos a saber:

 

1. A expulsão de 42 internos de diferentes anos e especialidades, Emitindo guias num noutros remetendo directamente as unidades e providências.

 

2. Redução das equipes de urgência de 10 membros para 3 a 4 membros apesar daquele fluxo nas nossas urgências.

 

3. Exclusão de um ortopedista das cirurgias eléctivas por alegadamente criar desarmonia no hospital por adesão a greve e questionar o Sr. Baptista do Recurso Humanos do MINSA, aquando a visita na urgência para lavagem cerebral.

 

4. A assunção do director geral do HAB de forma triunfante na reunião matinal de 4af (27-4-22) da expulsão dos 42 médicos do internato e orientação aos directores de serviço para barrar a sua presença nos serviços.

 

De acordo com apurações, face a estes atropelos os internos estão desorientado, a direcção fechou-se a 7 Chaves. Os visados segundo apurou o Club-K, não sabem se regressam as suas providências e unidades.

 

 



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