Luanda - Tão-logo que se cogitou a possibilidade do Engenheiro Adalberto Costa Júnior em candidatar-se ao cargo de Presidente da UNITA no XIII Congresso realizado no mês de Novembro de 2019, o regime, acossado pelo complexo de inferioridade do seu candidato mor e com o medo de perder o poder, mobilizou todo o aparelho de Estado assim como o batalhão dos aráutos sem carácter que de imediato entrou em cena tomando de assalto a imprensa e as redes sociais onde disseminam o ódio e o assassinato de carácter por via de calunias, difamações e informações falsas, em clara violação a ética e moral, bem como dos preceitos legais vigentes no país que em condições normais teriam o amparo do Ministério Público da República de Angola, enquanto Instituto que vela pela defesa da legalidade.

Fonte: Club-k.net

A panóplia do regime, assustada com o nível de elevação e nobreza de valores que caracteriza a pessoa do Engenheiro Adalberto Costa Júnior, na senda de cumprimento da estratégia de tentar impedi-lo a candidatar-se e concomitantemente atingir a presidência da UNITA, esboçou cartilhas baseadas em estórias de inverdades como:


a) Que o Adalberto Costa Júnior não tinha formação em engenharia;

b) Que o Adalberto Costa Júnior não era Brigadeiro das Forças Armadas Angolanas na Reserva;

c) Que o Adalberto Costa Júnior auferia cumulativamente o salário de Deputado e de Membro do Conselho da República;

d) Que o Adalberto Costa Júnior não participava nos trabalhos e reuniões plenárias da Assembleia Nacional;

e) Que o Adalberto Costa Júnior era apoiado pelo Presidente Emérito do MPLA, José Eduardo Dos Santos e os seus filhos;

f) Que o Adalberto Costa Júnior era apoiado pelo General Higino Lopes Carneiro;

g) Que o Adalberto Costa Júnior era apoiado pelo General Bento Cangamba;

h) Que o Adalberto Costa Júnior era apoiado pelos marimbondos do MPLA;

i) Que o Adalberto Costa Júnior não era angolano;

j) Que o Adalberto Costa Júnior era pedófilo;

k) Que o Adalberto Costa Júnior desviou dinheiros da UNITA;

l) Que os militantes da UNITA estavam contra o Adalberto Costa Júnior por ser mulato e não saber falar Umbundo;

m) Que o Adalberto Costa Júnior mandou agredir jornalistas da TV-ZIMBO na marcha realizada em Luanda em 2021;

n) Em fim muitas mentiras e inverdade.

Essa falta de carácter do regime baseada em mentiras e linchamento dos adversários não teve eco na sociedade, porquanto, os militantes da UNITA não acreditaram nessas mentiras, a população angolana no seu conjunto não só não acreditou como passou a manifestar o apoio sincero e total a figura do Engenheiro Adalberto Costa Júnior, Presidente da UNITA.


Mas, ferido no seu orgulho de estupidez e imbuído do espirito mesquinho, miserável e de futilidade, o regime não parou por aí; transferiu a sua fúria e ataques contra o Presidente da UNITA para à antiga colónia – Portugal através de artigos encomendados e pulicados nos pasquins de propaganda ligados a nomenclatura que governa Angola.


Esse tipo de comportamento vil deve indignar todos os angolanos de bem, porquanto, esta forma de actuação do regime visa desviar as atenções sobre o balanço da governação fracassada dos Cinco (5) anos de mandato do MPLA e o seu Presidente.


O que os angolanos devem prestar maior atenção é olhar pela forma como o MPLA e o seu Candidato estão a projectar o país para os próximos 10 anos, onde o nepotismo impera com maior acutilância.


Desde logo, se identificou com muita preocupação a inclusão de parente próximo da nomenclatura familiar a linha de sucessão ao cargo de Presidente da República, na lista de mandatos. Isso sim deve preocupar a nação angolana. Porquanto, fingir combater o nepotismo e de seguida chamar parente de sangue e projetá-la para a sucessão é grave.


A forma de pensar, de reagir e agir de Adalberto Costa Júnior, mostra e prova-nos claramente que não só tem bastante instrução, como demonstra que tem educação de berço; pois fica ao critério do povo à apreciar dos senhores doutores diplomados que governam a 47 anos os resultados tanto do ponto de vista de desenvolvimento material, moral e humano.


Não cabe ao MPLA exigir e/ou obrigar o Presidente da UNITA ou um outro cidadão qualquer a apresentação pública dos seus diplomas. Cabe sim ao MPLA exigir do seu Presidente, João Manuel Gonçalves Lourenço, a apresentar o seu diploma de licenciatura em “estória” e mestrado feitos num único ano a quando da sua formação na escola inter armas da RUSSIA.

Luanda, 11 de Junho de 2022. –
Joaquim Nafoia



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