Luanda - Pedro Teca, mais conhecido por Pedrowski Teka, é um jornalista de profissão e de formação, designer gráfico, empresário que, por paixão, tem se notabilizado mais no activismo político.

Fonte: Facebook

Proveniente da etnia Kikongo, sendo o pai do município da Damba e a mãe do município do Makela do Zombo, ambos na Província do Uíge, Pedrowski Teka nasceu aos 03 de Setembro de 1986 no bairro Rocha Pinto, Maianga, em Luanda, capital da República de Angola.


Fala fluentemente as línguas: portuguesa, inglesa, lingala e tem noções básicas de Kikongo e francês.


FORMAÇÃO ACADÉMICA


Pedrowski Teka é formado em Jornalismo e Tecnologias de Comunicação pela Universidade de Ciências e Tecnologias da Namíbia (NUST), outrora conhecida por Polytechnic of Namibia (PoN), em Windhoek, República da Namíbia.

No ensino médio, concluiu o curso de Ciências Exactas no Colégio Graceland, localizado no bairro Morro Bento II, em Luanda.

ATIVISMO POLÍTICO

A tomada de consciência cívica e política por parte de Pedrowski Teka começou na capital da República da Namíbia, Windhoek, onde, na qualidade de estudante e jornalista, fez cobertura de várias disputas políticas entre o partido no poder, a SWAPO, os partidos na oposição como o RDP, o NUDO e outros, sem se esquecer das vibrantes e bastante interventivas organizações da sociedade civil daquele país vizinho.


A condição de jornalista e de estrangeiro obrigava a manutenção da neutralidade. Porém, a isenção tornou-se impossível quando artigos jornalísticos imparciais foram tidos como desfavoráveis por parte de políticos, empresários/empresas ou cidadãos comuns visados. Em 2010, em Windhoek, Teka viu-se mergulhado em problemas, tendo o seu nome aparecido em um comunicado de imprensa emitido pelo então Primeiro-Ministro, Nahas Angula.


Após ter bebido experiências e estabelecido contacto com várias personalidades da média, política, sociedade civil e empresarial namibiana e de outros países africanos e não só, Teka sentiu a necessidade de levar a sua luta em defesa de interesses do seu povo angolano.


Inspirado pelas manifestações populares que derrubaram governos no norte de África, Pedrowski Teka começou o seu ativismo político em 2011 em Angola.
Na altura, num grupo pequeno de jovens revolucionários, abreviadamente “Revús”, que posteriormente designou-se Movimento Revolucionário Angolano, contestou-se a longevidade do então Presidente da República, José Eduardo dos Santos (JES), no poder há 32 anos. Os jovens Revús, como o Teka, influenciaram muito na desistência de José Eduardo dos Santos na liderança do país, por terem exposto o lado ditatorial, corrupto, nepotista e de ladrão daquele que antes do surgimento desta nova juventude contestatária era tido como o todo-poderoso e inquestionável Arquiteto da Paz.


Depois do derrube de José Eduardo dos Santos da Presidência de Angola, a segunda maior tarefa geracional dos jovens revolucionários angolanos é a retirada do partido político MPLA do poder, concretizando assim a alternância política.


Para além da desistência de José Eduardo dos Santos, um dos notáveis ganhos dos Revús, até agora, é a corajosa conquista do exercício do Direito de Reunião e de Manifestação (Artigo 47 da Constituição da República de Angola), que antes era quase impossível de se usufruir.


Desde 2011, a maior ferramenta de luta destes jovens revolucionários angolanos tem sido as redes sociais da internet.


Usando os seus conhecimentos universitários nos ramos de jornalismo, design gráfico e tecnologias de comunicação, Pedrowski Teka tem contribuído de forma qualitativa no activismo angolano desde 2011.


O seu domínio da língua inglesa também tem sido uma mais-valia na cooperação e exposição internacional da luta dos Revús, destacando-se as várias entrevistas em órgãos de comunicação social estrangeiros, a participação em conferências em países de expressão inglesa, realçando aqui a entrega de uma carta ao ex-Presidente dos Estado Unidos da América, Barack Obama, em princípio do mês de Julho de 2013, em Dar Es Salaam, Tanzânia, chamando a atenção dos americanos para as contínuas violações de direitos humanos em Angola.


Uma década depois, de 2011 a 2021, o maior desafio entre os jovens revolucionários angolanos continuava sendo a de organização e estruturação interna.
Por causa da incompatibilidade de funções, Pedrowski Teka suspendeu o seu exercício da profissão de jornalismo em Setembro de 2020, na qualidade Chefe de Redação no semanário Folha 8, seguindo aquilo que é sua paixão: o ativismo político. Para a sua sustentabilidade, embarcou no mundo empresarial.


No dia 15 de Março de 2021, fundou o movimento pressão cívico-político da sociedade civil angolana, a União do Povo Angolano (UPA), do qual é Presidente.
No âmbito de uma estratégia de vitória da Frente Patriótica Unida, o activista-político Pedrowski Teka é o candidato número 84 no Circulo Nacional para deputados a Assembleia Nacional, agregado na lista do maior partido político na oposição angolana, a UNITA.

 



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