Luanda - Simulou tomar o poder, foi severamente afastado do pódio. Os seus adversários de ocasião agitaram o dono do poder anterior e este sem contemplações, meteu-o na rua e na amargura.

Fonte: Club-k.net

Neste período difícil conheceu melhor o sabor do vinho e a dor do desprezo dos amigos, até dizem que do boi recebeu chifres.

 

O novo rei conviveu pessoalmente com a falsidade, conhece bem o afastamento. Mas nunca gritou, ficou em silêncio como um cordeiro no matadouro.

 

O dono de toda bola voltou a estender-lhe à mão, recebeu com agrado, sereno e bondoso.

 

Depois que apanhou toda bola e todo campo para si, correu com o seu chefe e toda sua turma. Baptizou-lhes, de insectos!

 

Entretanto, os indígenas com ajuda dos amigos dos amigos ameaçaram-no receber a cadeira. Não teve outra opção, recuperou a máquina do poder e o martelo da injustiça, suspirou e sobreviveu com o poder da força e da força do poder, funcionou a operação CUIDADO COM O CÃO!

 

Convocou novamente a equipa e os amigos para conduzirem sem faróis acesos na escuridão da desgraça dos nativos e sem destino certo, o mais importante é ter motorista.

 

Fez doações aos seguranças e partiu para ver o soba dos outros, deveras foi agradecer o árduo labor do seu sacrificado sucesso.

 

Portanto, apesar de estar no trono, sabe que na aldeia só conta com os seus e mais nada.

 

Era uma vez um rei imposto!

Domingos Chipilica Eduardo



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