Luanda - Se, os resultados eleitorais fossem determinados pelo bom uso da língua portuguesa por parte dos candidatos a Presidente da República, a ordem seria:

Fonte: Club-k.net

1. Florbela Malaquias – PHA;
2. Adalberto Costa Júnior – UNITA;
3. Manuel Fernandes – CASA-CE;
4. João Lourenço – MPLA;
5. Benedito Daniel – PRS;
6. Dinho Chinguiji – P-NJANGO;
7. Quintino Moreira – APN;
8. Nimi a Simbi – FNLA.

Há partidos que não elegeriam algum deputado, pelo que seriam extintos.


Oxalá, nas próximas eleições, haja melhorias, no que toca ao uso da língua portuguesa, que, nos termos da Constituição, é a língua oficial de Angola. Por conseguinte, a língua portuguesa deve ser bem usada pelos cidadãos angolanos, em particular pelos candidatos às eleições gerais, governantes e gestores de empresas públicas.


O próximo governo deverá ter a preocupação de contribuir para que os cidadãos se esmerem no bom uso da língua portuguesa, através de projectos relacionados com a produção de livros e de outras fontes de leitura impressas, nomeadamente, jornais, bem como a definição de estratégias para que haja leituras obrigatórias por parte dos estudantes. As igrejas, enquanto parceiras do Governo, podem contribuir para que haja mais leitura, através da leitura da Bíblia e de outras fontes de leituras religiosas por parte dos seus fiéis. A leitura silenciosa ou vocálica, seguida de perguntas de interpretação, jamais poderá ser ignorada ou negligenciada.

 

Uma das formas de se valorizar o bom uso da língua portuguesa é a obrigação de indicação de um porta-voz, nos casos em que os titulares de instituições e os gestores de empresas públicas tenham deficiências em relação ao uso língua portuguesa. Entretanto, a língua oficial deverá ser avaliada na oralidade e na escrita. Os superiores hierárquicos não podem ser influências negativas, tampouco envergonhar os seus subordinados.

 

JOSÉ CARLOS DE ALMEIDA
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