Luanda - O Conselho Nacional de Juventude consuetudinariamente designado CNJ, é a maior plataforma juvenil do país. Está representado em toda extensão territorial de Angola, designadamente nas 18 subdivisões administrativas de primeiro nível do país, nos 164 municípios, nas 518 comunas e obviamente nos 44 distritos urbanos.

Fonte: Club-k.net

Os jovens constituem a maior camada populacional de Angola, a mais fustigada pela desigualdade social e económica, tornando-se a mais vulnerável por conta da sua posição na pirâmide das prioridades.

 

É visível o papel catalisador do Conselho Nacional de Juventude a julgar pelos feitos de notoriedade pública consubstanciados em atribuição de bolsas de estudo para jovens em situação de vulnerabilidade, é de referência obrigatória fazer menção ao crédito jovem agricultor, uma rubrica funcional que já beneficiou centenas de jovens cujo os percalços registados têm a ver com a falta de título de concessão de terra por parte dos candidatos (exigência do financiador), e também a morosidade dos governos provinciais em cederem terras aráveis para os jovens.

 

Vê-se no rosto do timoneiro daquela agremiação juvenil a magna vontade de promover a saúde a educação de qualidade, gerar empregos, fomentar a qualificação profissional, facilitar o acesso à cultura, desporto, lazer e cidadania à semelhança de Manguxi. Preciso dizer aqui sem medo de ser rotulado, a nomenclatura correta que lhe é atribuída, 4x4 da juventude, é a mais acertada.

 

O CNJ, identificou através dos seus quadros os problemas mais candentes que assolam a juventude e ao mesmo tempo tem sob sua égide um pacote de soluções que não consegue pôr em prática na sua plenitude por escassez de recursos. Apraz-me fazer uma chamada de atenção aos encarregados dos departamentos ministeriais que auxiliam o Titular do Poder Executivo no sentido de estreitarem relações com o Conselho Nacional de Juventude para garantia das políticas públicas voltadas ao beneplácito da juventude no quinquénio 2022/2027.

 

Se não conseguirem atender as necessidades básicas da juventude a mesma lutará para encontrar uma saída airosa para que não seja sucumbida pela pobreza.

 

O meu apelo vai para quem de direito que aposte mais no Conselho Nacional de Juventude com a justa certeza de que os resultados serão positivos. Conheço jovens que a todos os títulos eram angopessimistas, actualmente mudaram radicalmente por terem sido abraçados pelas políticas públicas do Executivo através da intervenção do CNJ.

 

O principal canal para que as políticas públicas voltadas à juventude se materializem na sua plenitude é indubitavelmente o CNJ em função da sua representatividade territorial e orgânica. Ao meu ver estamos a depreciar uma galinha dos ovos de ouro bem próxima de nós.

*SEMPRE: Edson de Sousa Manexi. *



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