Luanda - Angola já utilizou 71% dos cerca de 105 milhões de dólares (101,3 milhões de euros) disponibilizados pelo Fundo Global, para o combate da malária, tuberculose e VIH/Sida, no período entre 2021 e 2024

Fonte: Lusa

O Ministério da Saúde e o Fundo Global do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) estiveram hoje reunidos para avaliação dos progressos e desafios do país e da situação epidemiológica, informou o gerente de Portfólio de Fundos, Joshua Galjour.

“O Fundo Global financiou através de uma subvenção de cerca de 105 milhões de dólares para um período de três anos muitas atividades ligadas à luta contra três epidemias e também para reforçar o sistema de saúde angolano”, referiu Joshua Galjour, em declarações à rádio pública angolana.

Segundo o responsável, o Fundo Global está a financiar as atividades nas províncias de Luanda, Cuanza Sul e Benguela.

“Vamos ter oportunidade para discutir os progressos, os resultados, os desafios, na implementação das atividades financiadas”, realçou o representante do Fundo Global, destacando ainda que Angola poderá beneficiar de uma nova subvenção para o período entre 2024 e 2027.

“Estamos aqui também para divulgar boas notícias, de que próximas alocações vão ser divulgadas antes do fim do ano. Angola faz parte dos países elegíveis e é um país prioritário para o Fundo Global”, acrescentou.

Por sua vez, a ministra da Saúde de Angola, Sílvia Lutucuta, disse que foi realizada uma discussão ampla das quatro doenças que são subvencionadas pelo Fundo Global, sendo em maior dimensão a malária, tuberculose, VIH/Sida e nos últimos tempos a covid-19.

A governante frisou que foi apresentada uma plataforma de gestão laboratorial, principalmente para a província de Benguela e Cuanza Sul.

“Nós vamos continuar a fazer a fiscalização, porque no final do dia o que nós queremos é a redução de pessoas com tuberculose, VIH/Sida e malária”, salientou a ministra.

A malária é a primeira causa de morte por doença em Angola, sendo a tuberculose considerada a terceira causa de óbito, depois da malária e dos acidentes de viação, enquanto o VIH/Sida continua a preocupar as autoridades sanitárias do país devido ao índice de novas contaminações.

 



DEBATE NAS REDES SOCIAIS:




DEBATE NO ANÓNIMATO: