Luanda - O deputado à Assembleia Nacional, Domingos Palanga, disse que esperava por uma novidade no Orçamento Geral do Estado (OGE) referente ao exercício económico de 2023, aprovado na generalidade, na segunda-feira, 16, cuja discussão segue na especialidade no Parlamento.

Fonte: Club-K.net

A proposta passou pelo crivo dos deputados num ambiente de acusações entre a oposição (UNITA) e o partido no poder (MPLA), passando AASIM na generalidade com 117 votos a favor do MPLA e Partido Humanista de Angola (PHA), 80 contra da UNITA e 4 abstenções do grupo parlamentar misto (PRS e FNLA).

 

O Orçamento Geral do Estado (OGE) estima receitas e fixa despesas de mais de 20 mil milhões de kwanzas e prioriza o pagamento da dívida pública que ocupa 45,09% das receitas orçamentais.

 

Entretanto, para o parlamentar da UNITA, o Executivo do MPLA apresentou à casa das leis um OGE semelhante aos anteriores, que na sua visão, sacrifica os sectores fundamentais para o desenvolvimento do país, que são a educação, saúde, investigação científica e agricultura.

 

Domingos Palanga pensa que o Orçamento Geral do Estado para o ano económico de 2023 está longe das expectativas dos angolanos, e aponta por outro lado a atribuição de uma percentagem ínfima ao sector da agricultura, que para o seu partido, é uma área estratégica para a geração de empregos no seio dos jovens.

 

Ao Club-K, o deputado da UNITA, que votou contra a proposta do OGE, considerou ser inconcebível a alocação de mais dinheiro ao Gabinete da Vice-Presidente da República do ao Programa de Combate à Malária, bem como à Investigação Científica.

 



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