Benguela - A brigada de jornalistas e associação cívica para os direitos humanos “OMUNGA” está a ser amordaçada por desenvolver seus projectos, de âmbito socio-económico, cultural e político, a conjugar com os parâmetros do sistema ocidentalista.


Fonte: Folha 8

A manifestação realizada por populares nas artérias da cidade das acácias rubras na ultima semana, foi um soco nas partes inferiores do governo angolano, e acabou por complicar todos os desígnios da organização não governamental, junto dos demais actores da sociedade civil de Benguela.


As implicações com o governo deram inicio com a estadia do líder da segunda força politica do país, à província de Benguela, no passado mês “Março mulher”. De facto, Samakuva realizou uma mega palestra naquela cidade.


Seguido de uma tentativa de manifestação falhada, que seria realizada por populares lesados pelo martelo demolidor e impedida pelo governo da província à 25-03, do corrente ano na cidade de Benguela, o facto fez transcorrer muita tinta e boca as autoridades nacionais e internacionais, no sentido de fazer entender o governo angolano a repor a legalidade dos cidadãos e reconhecer a carta magna “a Constituição” que por eles (o MLPA/Governo) foi aprovada, no principio do ano em curso.


De realçar que, a descontentamento por parte do regime, redobrou-se na ultima semana Domingo10-04 quando os manifestantes públicos e pacíficos percorreram as artérias da cidade em função das destruições das suas casas, reagindo contra o regime de José Eduardo dos Santos, na sequência e em resposta a ultima marginalização desencadeada na zona da graça, periferia do estádio nacional de Ombaka.


Os indefesos sem temer da brigada canina e policia de intervenção rápida, palmilharam a ruas da cidade com alaridos sob emblema, “Não partam a minha casa, não me obriguem a viver em tendas, a minha casa voz fez o quê, povo unido jamais será vencido”, para além de outras.


O f8 viveu a situação no terreno e mostra provas e evidências claras, a respeito da aludida tentativa de restauração da ditadura, do regime mono partidarista em Angola. Foi um dia de alegria, mas também de receios a represálias do regime. Segundo fontes seguras, é que os jornalistas daquela ONG, têm sido alvo de perseguições pelas força celulares do estado.


Diz um velho ditado que, “Quem cala, consente”, é certo que o governo local durante o acto de manifestação nada fez.


Mas agora, começou com retaliações silenciosas contra aquela ONG. De principio os activistas da sociedade civil OMUNGA, não vão realizar os debates no local habitual, pelo facto de o proprietário estar a ser incitado pelo regime, no sentido de multiplicar o preço da renda do recinto no valor de 250 para 3.000 USD. De acordo com a fonte do f8, este foi um plano de boicote gizado a longo prazo e chegou-se ao fim. Dizer que é esta a democracia que se vive em Angola.



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