A convocatória, enviada à direcção desta Igreja no pretérito dia 11, está a ser interpretada pelos fiéis como um eventual anúncio da proibição da igreja de exercer a sua actividade eclesiástica, por haver, neste “dossier” que remota desde a seis anos.

“Os fiéis estão preocupadíssimos com a convocatória mandatada à direcção da Igreja. Presume-se que o assunto esteja relacionado com o encerramento da mesma, porque há muito que os dois políticos bem identificados pretendem abortar a nossa adoração”, disse ao Jornal Agora um dos membros da congregação.

Sem apontar o nome dos supostos políticos, a fonte que pediu para não ser identificada precisou que desde que começaram as negociações que opõem fiéis residentes em Angola e na República Democrática do Congo (RDC), sede espiritual da igreja, um deles a residir neste último país, onde cumpre uma missão de Estado, sempre defendeu o encerramento da igreja desconhecendo-se os motivos.

O ambiente desolador no grupo de fiéis contactadas pelo «Agora», era notório. Ninguém queria falar. Os poucos que cederam receiam que lhe possa acontecer a mesma coisa que ocorreu com a Igreja Maná.

Recorde-se que o Governo mandou encerrar aquela congregação em Janeiro do corrente ano, após a conclusão de um processo instaurado pelo Ministério da Justiça onde foram detectadas violações sistemáticas da lei angolana e da ordem pública.

Fonte: Agora



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