Lisboa - O futuro próximo será impiedoso, implacável mesmo, para os jovens que gozando do privilégio excepcional de poder dizer palavras de verdade sobre o actual estado do País (e de espírito de povo sofredor) aos seus opressores e dominadores, se acantonam numa atitude de quietude, de indiferença muda e, não poucas vezes, de fria cumplicidade.

Fonte: NL


Jovens (em Angola ou na diáspora), lembrem-se que quem não vive para servir também não serve para viver!


Os jovens que assim procedem são nada mais nada menos que desprezíveis espantalhos do Menos Pão Luz e Água.


Jovens (em Angola ou na diáspora), é imperioso que nos batamos pela democracia e pelo respeito dos nossos Direitos!


Os desprezíveis jovens fantoches do Menos Pão Luz e Água, ao acantonarem-se numa atitude de quietude, de indiferença muda e (algumas vezes) de fria cumplicidade, subscrevem de forma implícita a política de exclusão praticada em Angola e que esteve na base da guerra fratricida (Lopo do Nascimento que o desminta), que esventrou o tecido social e económico de um dos mais bonitos torrões do então império lusitano.


Jovens (em Angola ou na diáspora), porque o comodismo é a esterilidade da criação, urge reagir. Viva a reacção (alguém disse por aí que a reacção não passará?)!


Quando os jovens esquecem-se (como se sofressem de amnésia) da discriminação, da miséria do povo, da exploração desavergonhada dos recursos do País, chegam ao ponto de se absterem de participar na vida pública do País, isto é o mesmo que incitar à desgraça do seu próximo, dando guita ao Menos Pão Luz e Água que, por isso, esfrega as mãos de contente.


Jovens (em Angola ou na diáspora), não fiquem com o rabinho entre as pernas!



Os jovens, que sentem no corpo e na alma a exclusão promovida pelo Menos Pão Luz e Água, estão convidados a participarem na abolição da política de discriminação que já dura cerca de três décadas e meia. A História da luta dos homens pela dignidade põe aos jovens angolanos problemas bem definidos e há muito claramente identificados!

Jovens (em Angola ou na diáspora), é chegada a hora de marcharmos juntos!