Luanda - A indiferença demonstrada pelos agências financeiras externas, como o (BM) banco mundial e o (FMI) fundo monetário internacional para enganar e driblar os povos dos países onde operam sem clareza política alguma, mostram os contornos obscuros do protecionismo macabro estabelecidos com os países em que operam. Também está claro, que o papel desempenhado por esses gentes económicos internacionais, servem também de pano de fundo para esconder as ilicitudes contratuais de negócios escusos feitos com as ditaduras corruptas instaladas no corno de África e sobretudo na África Austral. 

Fonte: Club-k.net

A predominância dessas agências é a de dar suporte as ditaduras internacionalmente desacreditadas, para daí realizar as mais estapafúrdias negociatas onde a exploração financeira são o cerne das negociatas espúrias impagáveis.

 


Como aceitar que um funcionário sénior e representante do FMI em Angola afirme taxativamente que a luta contra a corrupção começa a ter implicações positivas na qualidade dos gastos públicos!

A pergunta que não quer calar é a seguinte: de qual Angola esse manga de alpaca se refere, e sobre quais gastos públicos testemunhou para fazer tais afirmações avulsas, sobre a macroeconomia?


A opacidade dessa vontade de mentir, reside no facto do FMI desejar impor regras imperativas de modo a aprofundar ainda mais o estado de miséria e fome dos cidadãos desesperados.

Ora, senão vejamos,

Um país que entrega o fundo soberano alimentar a CARRINHOS, uma empresa sem vocação para a tarefas de importar e distribuir alimentos.


A carrinhos tem ainda agravante das suas contas não serem publicas nem publicitadas. Sobretudo, porque lhes foi entregue valores acima de um bilhão de dólares sem qualquer concurso público.

É aquela máxima, gatuno que rouba ladrão tem “eternidade” (quadriliões) de perdão.

As quadrilhas internacionais que operam em Angola, não se intrometem apenas na vida dos Angolanos, elas formatam o estado segundo o pensamento estreito das economias liberais de estrema direita internacional.

Isso significa dizer, que o combate a corrupção ao contrário do que afirma o agente local do FMI, que a corrupção aumentou e o tal combate aludido pelo FMI apenas existe nos arquivos falseados do fundo monetário internacional. A corrupção não está a ser combatida, ela aumentou de sobremaneira e com explicito apoio do ditador João Lourenço.

O MPLA é responsável do estado lastimável de miséria e fome, que produziram em Angola milhões de pessoas paupérrimas.


Todos empresários estrangeiros ou nacionais sabem que o país com João Lourenço, vai de mal a pior.

Aqueles corajosos cidadãos que ainda assistem a TPA e outras Mídias controladas pelo MPLA, dizem que o estado foi aparelhado de tal forma, que fica impossível produzir uma economia diversificada e sustentável.

estado aparelhado e armadilhado até a medula, afirmam de pés juntos que os meios de comunicação mostram um país, que em nada refletem a realidade angolana.

Outros ainda afirmam, que o presidente do MPLA e da república, acredita ser um exímio reformador visionário. Debalde.

Para ele, Angola, esta no caminho certo e ruma em direção ao desenvolvimento irrestrito da economia, outra vez debalde.

O desenvolvimentismo está assente num resiliente tripé, visão, previsibilidade e investimento inclusivo. O estado terá que ser interventivo na parâmetro macroeconómico e infraestruturas de qualidade industrial, já os pequenos e médios empresários o seu papel primário residirá na crescente desenvoltura microeconómica e na industrialização mecanizada do campo.

É claro que a visão do presidente da república sobre o país é arisca e sobretudo surrealista, além de ser igualmente ridícula.

A oposição no interior da sociedade civil, tem que dar as cartas e sair do casulo, temos todos de insistentemente exigir que o MPLA, através do seu presidente mande a sua bancada na assembleia nacional, colocar em debate o restante do pacote legislativo autárquico. O país carece de eleições das autárquicas em toda extensão do território nacional. É importante redimensionar o poder autárquico.

Não importa se o MPLA vai ou não perder a hegemonia imperial que detém ilegalmente desde 1975. A sociedade toda aguentou o totalitarismo arrogante de uma minoria que impôs o seu modelo autárquico aos mais de 30 milhões de angolanos, e nem por isso o cacimbo morreu e nem as chuvas deixar de molhar o solo sagrado angolano.
Outra particularidade ascendente nesse imbróglio, é assistir penosamente o MPLA a transformar-se numa feira maliciosa de horrores. Ainda assim, a maioria dos militantes do M não perdem a esperança de ver acontecer em Angola, a certeza da alternância do poder político, essa vontade está generalizada no coração dos angolanos, e não vai espairecer da sua memoria, ainda sobre a alternância, ela não será um acto inglório nem morrerá solteira, estará acompanhada do fulguroso sentimento libertário.


O mais importante é cultivar a pluralidade do segredo de luta para enfrentar e derrotar o medo, a luta pela regionalização tem como perímetro a realização das autarquias em 2024.

Se o coração da democracia reside no facto de se criar direitos, por sua vez o estado tem como responsabilidade máxima respeitar os direitos e não suprimir os que já existem.

Que ninguém alimenta a ilusão de viver em paz e sossego em Angola, enquanto as eleições livres e justas não for uma realidade, a sociedade civil terá que se reorganizar e criar uma agenda positiva, onde conste a realização de eleições autárquicas em 2024.


Caso não haja resposta positiva do regime, as ruas nos esperam, e só sairemos delas com a garantia do regime divulgar uma data para a sua realização.
É bom que o MPLA, seus simpatizantes e amigos entendam que é chegado o momento de se devolver o país ao soberano, é chegado o momento de se realizar as eleições autárquica.


De facto, fica cada vez mais claro, que as oposições têm uma agenda diferente uma da outra, daí o alerta. Temos todos que unir forças e lutarmos numa só direção.
O sociedade civil oposicionista e a UNITA, terão de manter uma diálogo alargado, sério e permanente, desse modo, o equilíbrio entre as partes será encontrado. Por outro lado, as estratégias de luta terão que ser mais ousadas e melhor delineada, para que os golpes a acertar ao nosso adversário costumeiro serão certeiros e muito mais contundentes. Ou não serão contundentes!


Estamos juntos