Lisboa – A polícia angolana  está  em vias de apresentar  como autores do assassinato do recem formado, Kleber Teixeira,  sobrinho da primeira dama,  um grupo de sete integrantes da corporação que também se dedicava a pratica de  assaltos a  casas de altos dirigentes angolanos   na comuna do Benfica.


Fonte: Club-k.net

Policia encontra solução para atenuar pressão do PR

A exibição  ( inicialmente agendada para esta sexta-feira) serve para atenuar a pressão que o regime   exerce sobre a corporação da policia.  Os verdadeiros elementos que assassinaram os três jovens (Kleber, Liro e Kadu), no passado dia 11 de Maio,  fazem parte do  Comando da IV Divisão Policial do município da Samba. Os mesmos foram mantidos sob custodia  no dia seguinte  após  terem se apresentado no  comando e mais tarde transferidos para o local da Direcção Nacional de Investigação Criminal (DNIC), onde se encontram. 


 A operação que resultou na morte dos  jovens envolveu mais de seis elementos. O  responsável que conduziu a mesma meteu-se em fuga logo após ter tomado conhecimento que a acção  atingiu alvo errado. De acordo com uma apreciação habilitada, o caso esta a  embaraçar, as altas  chefias da policia razão pela qual, optaram por apresentar como autores outros  elementos cuja ficha contém  precedentes. (Na morte da deputada Beatriz Salucombo a policia apresentou também outros elementos no lugar dos reais assassinos)


A apresentação dos verdadeiros agentes-assassinos, dos três jovens   é reservada  tendo em conta que procederam  a operação de modo oficial. (recurso a carro da policia- duas carrinhas cabine dupla de marca Toyota Hilux, farda,  horário da operação,   associado aos procedimentos do esquadrão da morte). Neste caso, seriam também levados a  julgamento os responsáveis da IV Divisão Policial da Samba, nomeadamente, o comandante da esquadra,  subcomissário Mariano Alvés e o chefe de operações da Samba, Esnalislau Severino. (No caso frescura cuja similariedade se invoca,  os comandantes recusaram assumir que a operação foi orienta superiormente  e os agentes assumiram o acto como uma acção  feita por  vontade pessoal )


De recordar que no seguimento do assassinato dos jovens, o Presidente angolano  após tomar nota de uma exposição feita pelos pais do  Kleber (sobrinho da primeira dama e neto de Ambrosio de Lemos), deu 72 horas ao Ministro do Interior, Roberto Leal “Ngongo” para explicar o crime. Este por sua vez, orientou o comando geral da policia a fazer uma inédita  conferencia de imprensa explicando as mortes dos jovens.



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