Lisboa – Dois altos funcionários ligados ao conselho de administração da Sonangol, Francisco de Lemos José Maria e Baptista Muhongo Sumbe terão incorrido a uma alteração áspera fora do habitual como resultado  da saturação da observância da interferência de cada um, nas suas respectivas áreas de competência.


Fonte: Club-k.net

MV deu-lhes um mês para se argumentarem

Francisco Lemos que era director de finanças antes de assumir a administração viu  este pelouro transferido para o PCA, Manuel Vicente. Este por sua vez terá enfrentado dificuldades quanto a matéria de finanças  e voltou a entregar ao colega. Lemos  passou a  responder pelas finanças e pela área do planeamento da empresa. Baptista Muhongo Sumbe era até pouco o Presidente da comissão executiva da Sonangol Holding tendo sido admitido recentemente como membro do Conselho de administração da Sonangol, EP. Ambos, Lemos e Baptista Sumbe terão sentido que cada um infringiu na sua respectiva área de competência terminando no episodio de  saturação, na presença do próprio,  PCA da empresa.


A 8 de Maio, Manuel Vicente reuniu ambos dando-lhes um mês para que cada um apresente as  razões pela qual acham que devem ter competência na área que os levou a se incompatibilizarem.


De referir que ambos para alem de colegas são cunhados. São figuras prestigiadas tanto na empresa como a nível  do regime angolano. Francisco é admirado em meios da presidência angolana. É na pratica o ideólogo da Sonangol mas que actua na sombra (não gosta de aparição). A dada altura era a ele a quem o general “Kopelipa” ia ter para tratar assuntos da empresa.  Baptista Sumbo tem o poder de ser a figura de “alta” confiança de M Vicente  (homem que cuida os seus negócios particulares). Já representou a empresa nos Estados Unidos e tem sob domínio o dossiê ligado as participações financeiras  da Sonangol.



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