Luanda -  Segundo uma denúncia, Militares da Unidade de Guarda Presidencial terão atingido uma cidadã na zona do Benfica. O caso deu-se durante uma sessão de treinos desta unidade militar.


Fonte: Eclesia

Baleada quando os efectivos  treinavam

O conflito de terras na zona do Benfica que envolve camponesas e militares da Unidade da Guarda Presidencial, ao invés de caminhar para uma solução agradável, está a ser profícuo em situações mais desagradáveis.


O quadro que até então já era confuso tornou-se agora tenebroso. Relatos de alguns cidadãos, moradores dos arredores do terreno, dão conta que devido aos treinos efectuados naquela zona pelos militares da UGP, estão a provocar vítimas mortais.


Agora não são só as camponesas que exigem a retirada da Unidade de Guarda Presidencial que se instalou nas suas lavras, na disputa entram também os moradores que circundam o espaço que se transformou em base da UGP.


De acordo com moradores, uma cidadã foi atingida mortalmente, por um disparo na hora dos treinos, no dia 9 deste mês, a moradora caminhava em direcção a sua casa e foi atingida.


Desesperado, Samuel levou ensanguentada a vizinha até ao centro de instrução aonde os supostos militares da UGP realizavam os seus treinos.


Depois dos tiroteios, quem entra em cena é o pequeno Jó, que com as outras crianças faz a recolha dos cartuchos das balas. Uma pratica que passou a ser a diversão de muitas crianças na zona do mundial no Benfica.



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