Londres  - A Comunidade gay em Angola é, em meios conservadores, acusada como estando a copiar e a transportar para Angola  hábitos da sua   “comadre” brasileira. Bruna Lombarde (na foto) que ficou conhecida por ter protagonizado a cinco  anos atrás,  o primeiro casamento gay (não reconhecido pelas autoridades), deslocou-se ao Brasil para uma operação na qual resultou  no implante de seios. O seu esposo atende pelo nome de  Chando.

 

Fonte: Club-k.net

 Diz-se que foi patrocinada por um general

Diz-se que uma das motivações que a levaram a apressar nesta decisão foi depois de ter se mudado para o bairro  terra-nova e notou que o seu esposo Chando estava a ser frequentemente cobiçado pelas “gatunas” (expressão usada por "elas",  para referenciar as rivais).

No seguimento do “passo revolucionário” dado por Bruna Lombarde,  um jovem gay  bailarino (menos de 24 anos) inspirou-se na mesma e seguiu ao mesmo destino   para colocar  silicone no peito e nas nadegas. A  comunidade gay gaba que, para o apoio financeiro,  o miúdo kudurista  contou com o patrocínio de um  general.


A fonte linguaruda que vazou  a informação ao Club-k, conta que para além do Kudurista e de Bruna Lombarde, um outro "colega",  Sasha Morais  que viveu vários anos fora do país,  terá sido um dos primeiros a colocar silicone nos seios.   


Corre igualmente que esta comunidade colocou  a disposição de um publico restrito, vídeos com imagens indecentes (porno angolano) entre os mesmos que esta a ser comercializada algures no bairro miramar por USD 500. A aderência segundo os mesmos é marcada por parte de curiosos e simpatizantes da “causa” gay. 


A homossexualidade em Angola tornou-se um tema que aos poucos deixou de ser tabu. Os gays deixaram de ser agredidos como no passado e entre si revelam-se solidários embora repartidos em grupos que vão de acordo com a realidade social de cada um. Muitos deles prestam o seu contributo em causas sóciais como organização de eventos de modas e misses. É uma realidade diferente aos países  africanos onde os mesmos são presos e torturados  pela sua orientação sexual.



DEBATE NAS REDES SOCIAIS:




DEBATE NO ANÓNIMATO: