Lisboa - O recente afastamento de um dos repórteres da Radio Ecclesia, Tomas de Melo, esta a ser acompanhado com suposições em meios jornalísticos em Luanda  invocando  que o mesmo  foi demitido por  “violação  a nova linha editorial”  segundo  a qual não se deve “tecer duras criticas ao regime”.


Fonte: Club-k.net

Diz-se que violou a nova linha editorial da ràdio

Tomas de Melo, segundo se diz   teria sido demasiado critico, na visão que se atribui ao director da radio, Padre Mauricio Camuto. Diz-se também  que uma corrente de Bispos citados como “amigos do regime” teriam também se manifestado contra a postura do jornalista em deixar passar nos seus programas, criticas publicas sobre assuntos  do Estado. 


De recordar  que em finais do ano passado foi igualmente afastado, o correspondente da radio Eclésia no Namibe, Armando  Chicoca no seguimento de uma reclamação, em carta  do Juiz  do Namibe, Antonio Visandule, dirigida ao  Bispo Dom Mateus Feliciano e ao  Padre Mauricio Camuto alegando que  a emissora católica estava mal representada naquela província. Na altura, o director deixou claro que se tratou apenas de uma suspensão. Não há informação que possa atestar se o referido jornalista já esta de volta a “emissora de confiança.” 


A Radio Ecclesia é depois da Radio Luanda, a emissora mais escutada na capital de Angola. Tem programas educacionais voltado a religião e os seus noticiários lideram as audiências. Nas segunda feiras de manha, há um espaço que analise os tópicos dos semanários que é muito ouvido nas ruas e por gente do regime. As analises são feitas por Justino Pinto de Andrade, figura de forte prestigio em Angola.



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