Luanda - O conceito de reencarnação não é entendido por todos, nem é entendido da mesma maneira, uma vez que poucos se dedicam a estudar fenómenos de ordem cósmica, fenómenos longínquos em relação à nossa era. No entanto, a antiguidade do Universo em que vivemos esconde muitos segredos de tal sorte que os homens que usam algum do seu tempo para estudar determinados fenómenos da natureza, nos trazem muitas novidades e nos revelam muitos segredos.

Fonte: Club-k.net

Eu, particularmente, gosto de estudar assuntos de índole diversa e de aprender sobre os mais diversos fenómenos científicos que despertam curiosidade; dizia um pensador do nosso tempo “TODOS OS HOMENS SÃO AMBICIOSOS MAS A AMBIÇÃO DOS HOMENS SÃOS É DE CONVIVER COM AQUELES QUE SABEM MAIS”


Assim, retomando o fio a meada sobre a ideia de reencarnação, há quem acredite na reencarnaçao dos seres humanos, em que, esses voltam à terra após vários anos de sua morte sob uma outra forma; uma pedra, um animal, uma lagoa, uma árvore, etc... outros ainda, creem que pode-se voltar a viver sendo mesmo um outro ser humano, pelas aparências, maneira de ser, por isso, em algumas culturas, sobretudo a BANTU, dá-se aos filhos o nome de alguém com boas qualidades e/ou referências. Nesse âmbito, trazemos um exemplo mais claro, objectivo e real, com base em referênciais de actuação com muita proximidade e realismo, encontrando aspectos até de semelhança física, comportamental, com paralelismos a nível psíquico, etc... os mesmos receios, os mesmos medos e o mesmo complexo de altura.


A estatura média do angolano anda em cerca de 1,75 m havendo alguns muito altos, nas provincias do Kunene e Moxico e mesmo no Norte, ligados a tribo BALUBA, altos e corpolentos. No entanto, existem muitas pessoas com estatura baixa... falando assim, até aqui, nada de anormal na natureza de cada um, segundo a sua genética – existem paises como Senegal, Mali, Ruanda, Nigéria, Kongo em que a média de altura pode ser maior que a do nosso país... essas diferenças parecem ser saudáveis na diversidade e beleza da obra de Deus.


Mas, o complexo Hitleriano vem depois, esse sim, tem causas psíquicas, quase doentias. Hitler tinha um corte de bigode muito semelhante ao Hitler africano a que nos referimos nesse artigo, teve uma prática sobre os judeus que no fundo se baseou no seu complexo de inferioridade de altura, não tinha olhos azuis nem era louro como os alemães verdadeiros, ele era de origem austriaca e quis ser mais alemão que os próprios alemães.


O Hitler africano, quis afirmar-se na secreta angolana e iniciou uma carreira assassina em 1992 com a distribuição de armas pelos bairros de Luanda à população civil, aos comités de bairro do MPLA, sob comando do então comandante da Polícia e do Ministro do Interior, após distribuição de armas na companhia de Quim Ribeiro, comandou e dirigiu as brigadas de morte que eliminaram a Direcção da UNITA que tentava escapar da casa do Mira-Mar, via antigo Roque Santeiro, protagonizou a sexta-feira sangrenta contra seus próprios correligionários (bakongos) e daí para frente, só foi subir postos e categorias, matando cada vez mais, no interior e no exterior do país, tendo sempre a UNITA como vítima predilecta. O Dr. Mfulupinga Lando Victor, foi uma das suas vítimas de luxo mais visíveis, no entanto, não satisfeito mandou colocar bombas na embaixada de Angola na República da Zâmbia no intuito de acusar a UNITA de terrorismo. A sua sede de matar levou-o ainda a mandar fazer explodir o carro onde seguiam duas deputadas, a Dra Augusta Valentim da UNITA e uma outra deputada do MPLA que se encontravam em missão de serviço da Assembleia Nacional no campo de refugiados da Zâmbia.


Aqui no país, citar o seu nome, era praticamente sinal de morte, entre o Hitler africano e Diabo, que venha alguém e escolha. Criou um corpo de segurança Africano, para troca de informaçoes secretas entre os países, no intuito de perseguir os membros da UNITA no exterior, mormente a familia do Dr. Savimbi e seus diplomatas; tendo raptado, dois filhos, um dos quais é hoje um demente devido à droga que lhe era ministrada para falar contra o pai.


Manteve sob custodia os corpos dos membros da Direcçao da UNITA assassinados pelos seus cães de fila em 1992 e participou no teatro da entrega das ossadas, humilhando ainda mais as respectivas familias já feridas de per si.


O Hitler africano, já devem estar a perceber de quem se trata; é de estatura baixa tem o tom da pele escura, cabelos pretos e um bigode igual ao do Hitler original, tem bom aspecto, uma educação esmerada, como se de um Padre se tratasse, voz branda e suave mas sempre com o fel de assassino. Veste-se muito bem, roupa escura, tons azuis, pretos ou castanhos e geralmente bem combinados. Anda em carros muito luxuosos, aparece pouco, a não ser quando está em serviço ou de reconhecimento, ou de confirmação ou mesmo para coordenar alguma operação de limpeza. Dizem no seu meio profissional ser uma pessoa muito temida, fria e inteligente pelo que, alguns o apontam como presidenciável, para descontentamento de outros (Filipe Nyusi de Moçambique também da área da segurança de estado também é muito baixinho) nada espanta que no covil dos mafiosos pensem assim.


Voltando ao tema de abertura, a Reencarnação de Hitler, na verdade, aconteceu em Angola para mal dos nossos pecados. O Senhor é tão macabro que destruiu o espirito da CIVICOP que, segundo o Presidente João Lourenço, seria para reconciliar os Angolanos sob o lema; ABRAÇAR PARA PERDOAR. O Senhor Hitler, ao contrário disso, em vez de se dedicar a encontrar as vítimas do 27 de Maio de 1977 da autoria do MPLA, foi desenterrar fantasmas cujas mortes, muitas foram por causas naturais, foi profanar as campas no cemitério da Jamba – dedicou-se a procurar os restos mortais dos Gen. Antero Vieira, Gen. Armindo Tarzan, Gen. Assobio da Bala, Brig. Grito, Gen. Sapalalo Bock, Mãe Ana Savimbi, Dr. Wilson Santos, Tito Chingunji e outros que a UNITA sabe muito bem onde sempre estiveram e já trabalha há muito tempo com as respectivas familias para os enterros condignos. Nós ainda pensamos que cada parte poderia tratar os seus casos internamente, sem interferências para que não houvesse aproveitamento politico sobre um tema tão sensível e delicado. Depois do tratamento interno ser feito, a CIVICOP iria receber as soluções propostas e harmonizar e oficializar. Assim, o MPLA trataria dos seus 68.000 mortos do 27 de Maio de 1977, dos 36.000 mortos do massacre étnico de 1992, da sexta-feira sangrenta que fez 28.000 vítimas, dos 120 mortos do Monte Sumi, bem como dos cerca de 60 mortos do Kafunfu. A UNITA sempre soube onde estão os seus mortos, cujo número não atinge a centena e, foram os únicos casos em que os testes de DNA foram conclusivos e certos, sabendo que em todos os casos do lado do MPLA, os testes não deram certo e as familias das vítimas estão dispostas a processar o Estado por essas brincadeiras de mau gosto.


O Hitler africano, cujo nome não deve ser aqui citado porque pode acordar o Diabo, não tem o direito de ir à Jamba, estragar o espirito da CIVICOP, profanar os cemitérios das Terras Livres de Angola para se auto-promover como o melhor agente secreto do país. Esse senhor, deveria ser julgado.


Ele, só foi ilibado, por enquanto, da morte do Dr. Laurindo Vieira porque, quando mandou eliminar o Dr. Mfulupinga Lando Victor usando do mesmo modus operandi, o povo BAKONGO, seu cooreligionário, o avisou que se voltasse a atingir mais um daquele grupo étnico, os ventos bakongos também o levariam – por esse facto, ele já não toca nos bakongo e, por isso, quer mostrar trabalho brincando com um outro grupo étnico, fazendo reviver laivos de tribalismo de 1975 e 1992 que destroem a coesão do tecido nacional Angolano.


Se o MPLA e o Presidente João Lourenço pretendem realmente a reconciliação nacional deveriam, então, controlar os ímpetos assassinos dos seus serviços de segurança, na pessoa do Hitler africano, pois, as suas acções se tornaram incompatíveis ao espirito de reconciliação nacional que todos os angolanos abraçaram em volta da CIVICOP.

Luanda, 28 de Maio de 2024
Eduardo Edundi Daniel EED