Lisboa – A medida do Ministério da Comunicação Social em suspender a  comissão executiva da RNA,  esta a ser associada a atitudes  tomada pelos seus integrantes em  integrar o  antigo Ministro Manuel Rabelais com o estatuto de assessor da radio ( direito a salário) e  outras lacunas descritas como  “muito graves”.

Fonte: Club-k.net


Não obstante, terem tentado agir em desobediência ao Ministério, a   Comissão Executiva passou a ser identificada como grupo de sabotadores, em favor da lealdade que nutriam por Manuel Rabelais. Apos consultas, Carolina Cerqueira  decidiu exonerá-los em favor da “honra da casa” . em seu lugar nomeou um  director interino, Pedro Afonso Cabral, um jornalista que ao tempo de Manuel Rabelais havia sido  impedido de ler os noticiários pelo director de Informação da RNA, Eduardo Magalhães.

 

A direcção da  TPA e RNA, estava a ser vistas como órgãos que estavam a trabalhar recorrendo aos métodos do antigo ministro Manuel Rabelais de quem eram muito ligados. Entre os funcionários destes órgãos pairam insinuações de que o mesmo continua a exercer a sua influencia mesmo estando distante.

 

Em finais de Maio passado, Manuel Rabelais foi visto a entrar no  Estúdio C, da TPA, onde é realizado o telejornal. O  director de informação,  Ramiro Matos que responde por aquela área teria se mostrado surpreendido pela visita do ex-governantes. Funcionários da TPA que o viram transmitem a idéia de que a visita do mesmo teve anuência do  Helder Barber e  Tito Junior, muito ligados ao ex-Ministro.



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