Lisboa - Os três jornais angolanos adquiridos em Maio  por uma sociedade cujo anonimato continua a dar azo a especulações, estão todos a passar por dificuldades internas, em geral decorrentes de problemas de tesouraria e de indefinições no que toca ao seu futuro.

 

Fonte: Africa Monitor

Plano subreptício para asfixiár Jornais privados

A situação mais aguda é a do Novo Jornal, também devido à sua superior dimensão. Em meios locais atentos ao assunto conjectura-se que a aquisição das publicações fez parte de um plano subreptício destinado a asfixiá-las a seguir.

 

Entre os factores que sustentam tais conjecturas avulta a visão que altos dirigentes têm do futuro do sector; M H Vieira Dias “Kopelipa”, por exemplo, diz em privado que bastam a Angola dois semanários e dois diários – sendo um destes o Jornal de Angola e outro O País, a cujo lançamento esteve ligado e que assim deixaria de ser semanário.



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