Luanda - Adalberto Costa Júnior representa hoje o maior pesadelo de João Lourenço e o mais sério obstáculo à hegemonia do MPLA, que já dura há 50 anos de má governação. A sua trajectória é marcada por resiliência, resistência e responsabilidade na tomada de decisões — características que o distinguem como o líder mais preparado para conduzir Angola a um novo ciclo político.

Fonte: Club-k.net

O regime não poupou esforços para o neutralizar. Tentaram eliminá-lo fisicamente, tentaram lhe prender em várias ocasiões, utilizaram os serviços de inteligência e segurança do Estado para o perseguir, criaram gabinetes de acção psicológica com o objectivo de o fragilizar e recorreram aos meios de comunicação social, tanto públicos como privados, para o difamar, caluniar e desacreditar. Procuraram dividir a UNITA em diferentes frentes, mas nunca conseguiram, porque a sua capacidade de liderança se mantém firme e inquebrantável.

 

No século XX, Jonas Savimbi foi a maior ameaça ao poder absoluto do MPLA. No século XXI, esse papel cabe a Adalberto Costa Júnior. Depois de tudo o que passou e continua a enfrentar, ele está condenado a ser o próximo Presidente de Angola. E a história recente de África mostra que isso é possível. Na Zâmbia, Hakainde Hichilema foi alvo de perseguições implacáveis antes de se tornar presidente. No Senegal, Bassirou Diomaye Faye viveu um processo semelhante de repressão até conquistar a chefia de Estado. Angola não está fora desta rota de mudanças.

 

Adalberto Costa Júnior surge como a figura capaz de conduzir uma transição política pacífica e responsável, preservando as conquistas do Estado e garantindo a continuidade da Nação. O seu compromisso maior deve ser o fortalecimento das instituições democráticas, a institucionalização urgente das autarquias locais, a reforma do Estado e a despartidarização das instituições públicas.

 

O desafio é enorme: combater a fome, o desemprego e a pobreza estrutural; resolver os problemas de saneamento básico que alimentam a malária, o paludismo e outras doenças; reduzir as desigualdades sociais e devolver dignidade ao povo angolano. Só assim Angola poderá reencontrar o seu verdadeiro lugar nos radares da economia global, não como um país rico em recursos e pobre em vidas, mas como uma Nação próspera e inclusiva.

 

O futuro de Angola dependerá da nossa capacidade de acreditar, juntos, que a mudança é possível. Em 2027, a oportunidade está diante de nós. Não deve haver divisões: o destino de Angola exige coragem, unidade e esperança.

 

E Adalberto Costa Júnior é o homem certo para liderar essa virada histórica.

 

Por Hitler Samussuku