Luanda - A UNITA não se resgata, a UNITA defende-se no trabalho de todos os dias e não na falácia falsa. Porque a UNITA já resgatou Angola e os angolanos do colonialismo e do neocolonialismo e luta para a institucionalização do Estado Democrático de Direito.
Fonte: Club-k.net
A UNITA não está mal para ser resgatada. A UNITA só tem dado lições no trabalho de todos dias na Presidência, nos Órgãos de Direcção, Consultivos, Jurisdicionais e Fiscais, nas Vice-Presidencias, no Secretariado Geral, na LIMA/JURA, no Grupo Parlamentar, nos Scretariados Provinciais, Municipais, Comunais, Locais, de todos membros e militantes que ninguém, a nível de qualquer pretensão, deve destruir a Grande Obra de Jonas Malheiro Savimbi.
A beleza e a nobreza humanas desta missão não se reduzem a aparências ou gestos ocasionais. São virtudes profundas que se manifestam quando as pessoas de uma organização sabem assumir os seus erros, corrigi-los com humildade e perdoar quem erra com a missão de restaurar e realizar o outro. É nesse equilíbrio entre reconhecimento do erro e capacidade de reconciliação que se revela a grandeza moral das instituições.
A plenitude humana é marcada por exemplos intemporais.
Jesus Cristo ensinou o amor radical, inclusive para com os inimigos, e o perdão como caminho de transformação.
Nelson Mandela mostrou que a reconciliação, e não a vingança, é a arma mais poderosa para reconstruir uma nação.
Jonas Malheiro Savimbi defendia que o valor do ser humano supera todas as riquezas materiais, colocando a dignidade como centro da luta política.
Estas figuras demonstraram que a força verdadeira das organizações e das sociedades está no cultivo de valores humanos que permanecem no tempo.
A realidade das organizações africanas em geral e de Angola em particular, em especial as políticas e públicas, mostra um contraste doloroso com esses exemplos. Muitas instituições foram capturadas por práticas de confusões, onde o erro é ocultado e a arrogância substitui a humildade. O perdão cede espaço à debates manipulados. Essa ausência de beleza e nobreza humanas enfraquece os alicerces éticos e produz organizações incapazes de resistir a crises.
É inevitável que existam pessoas inclinadas ao mal, que usam sua influência como forma de cegar e não como serviço. Contudo, a missão das pessoas de bem deve prevalecer. Não se trata de ingenuidade, mas de estratégia. Organizações que cultivam dignidade, justiça e solidariedade constroem resiliência e legitimidade.
O mal deve ser aniquilado, não pela violência cega, mas pela firmeza ética e por instituições que funcionam como barreiras contra a prepotência do "nosso ...".
O aconselhamento que se impõe às organizações contemporâneas pode resumir-se em quatro compromissos:
1. Reconhecer os erros como parte natural da condição humana e transformá-los em oportunidades de crescimento.
2. Institucionalizar o perdão e a reconciliação, equilibrando compaixão e justiça.
3. Valorizar a dignidade humana acima da lógica do poder, garantindo que o ser humano seja sempre fim e nunca meio.
4. Construir culturas de ética e transparência, de modo que a beleza e a nobreza humanas sejam práticas quotidianas e não apenas discursos.
Finalmente, a força das organizações não reside apenas nas suas estruturas ou recursos, mas na capacidade de cultivar continuamente a beleza e a nobreza humanas. Onde esses valores florescem, o mal não encontra espaço para se enraizar, e as instituições tornam-se duráveis, justas e transformadoras.
OBRIGADO!














