Lisboa - Jaime Azulay, o primeiro Secretário do comitê de especialidade dos jornalistas do MPLA em Benguela denota pretensões em usurpar os direitos de bajulação  de José Ribeiro em torno da figura do Presidente José Eduardo dos Santos. 


Fonte: Club-k.net

 Jaime Azulay imita Zé Ribeiro na bajulação

A evidencia esta no seu mais  recente comentário feito no passado, dia 3 de Outubro do corrente ano,  no programa Roteiro da Manhã da Rádio Benguela, sobre o caso da suposta filha do Presidente Eduardo dos Santos. Os seus comentários  levantou a tese em vários círculos da sociedade civil segundo a qual  o jornalista em causa, de firma voluntária está a chamuscar em termos mais éticos e profissional, a classe profissional e (o que é mais grave), a isenção editorial da Rádio Benguela.

 

No  mesmo espaço radiofónico e com base no seu “fel político bajulador”, Jaime Azulay é referenciado como tendo  extravasado a sua condição de comentador de factos políticos, para ataques pessoas contra figuras e organizações da sociedade civil que no seu entender político são “contra-revolucionários”. Os flagrantes, foram os ataques contra a ONG Omunga e o “caso Pichú” em que na maior displicência, “ordenou” na sua tribuna radiofónica aos jornalistas de Benguela para que parassem de abordar o caso, porque no seu entender, a comunicação social deveria aguardar apenas pelo verídico do tribunal competente. Vindo do primier do comité do MPLA  dos escribas e com medo de “puxões de orelha” os órgãos do estado foram obrigados a dar por finda o tratamento noticioso do caso.

 

No mais recente e aparatoso acto de bajulação a propósito do caso “filha do PR” ao atribuir o facto ao Folha 8 como “mais uma acção dos contra” os vários círculos de Benguela são unânimes em afirmar que o político - jornalista cometeu mais um aparatoso deslize profissional. Quem Ouviu o presidente Eduardo Dos  santos a explicar o caso em referência, sem em que nenhum momento questionasse a fonte da informação, tão pouco manifestasse ainda que de forma velada, alguma “retaliação” como muitos “ferrenhos” pretendiam, não têm dúvidas que Jaime Azulay, no espaço Roteiro da manhã” as segundas-feiras é mais um comissário político do que jornalista, como se pode ler a seguir a sua intervenção dia 04.10.10 no referido espaço:

 

“Vindo de quem veio eu sou obrigado a ter uma reticência que se vai alicerçando na medida em que o próprio caso se vai  desenrolando porque são os mesmos que de volta e meia vem com destes mostrinhos porque a filha do presidente Tchizé roubou dinheiro, portanto estes meios quanto a mim já estão perfeitamente identificados, estão perfeitamente, eles continuam com uma actividade que visam  desestabilizar as instituições nacionais, as instituições estatais nas quais a figura principal é a figura do presidente.” Disse

 

“ Terão eventualmente pensando que levantando um problema desta índole muito sensível que toca o fundo das pessoas que o presidente se vai tornar vulnerável. Portanto mesmo o presidente da república sendo humano como é, ser pessoa, mas ele ocupa um cargo que não o põe ao nível do cidadão comum e ele não pode ser exposto por questões tão sensíveis por uma mera suspeição, todo o mundo faz o ADN ,faz o ADN, agora vamos banalizar a figura do presidente até a este ponto? Essas pessoas quanto a mim não merecem credibilidade porque existem meios, dada a natureza do próprio caso, existem meios que se o objectivo fosse resolver essa questão conseguindo uma solução que não extravasasse meios familiares isso seria desejável e não exporem a figura do presidente da república por um caso que o próprio negou, que o próprio presidente fê-lo publicamente, então tiramos uma lição boa disso tudo, quer dizer que o nosso presidente não tem medo de enfrentar a comunicação social ele se vai pronunciar também sobre outros casos que preocupam os cidadãos e sinceramente esta questão, ela tem 46 anos, já anda em Angola há muitos anos, ela não veio do Congo agora, andou a fazer negócios nas Lundas, etc. etc. e essa presunção da inocência tem que existir, porque estas forças foram logo culpabilizar o presidente,  a pessoa do presidente como um ser insensível porque não reconhece uma filha que deixou no Congo, não é isso.”

 

“Nós temos que nos habituar a não crucificar as pessoas publicamente pelos meios de comunicação social e hoje pela internet isso tornou-se um verdadeiro caos, internet basta ter meio dedo e um computador mancham-se as pessoas, tornou-se um mundo onde não há lei, então aquelas forças que permanentemente hostilizam a figura do presidente, hostilizam o desempenho do executivo mesmo quando fazem coisas boas, coisas que se revelam primordiais para o nosso desenvolvimento, são permanentemente hostis, então estas pessoa quanto a mim não são sérias, não merecem credibilidade até provas em contrário”.



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