Lisboa  - O Administrador Municipal do Sambizanga, José  Tavares  ofereceu cerca de  150 mil dólares  americanos a titulo de patrocínio para o  Comitê Miss Sambizanga (CMS). A oferta esta a causar interrogações em círculos “contestatórios”  do município que põem em causa a legitimidade do CMS,  actualmente dirigido por uma comissão de gestão coordenada, por   Bechior de Carvalho, o Presidente do Conselho Municipal da Juventude do Sambizanga.


Fonte: Club-k.net

 

Bechior de Carvalho é citado como tendo encontrado o CMS,  num quadro inactivo, o que o levou a se  auto proclamar  como novo responsável da organização criando uma comissão de gestão ao qual fazem parte quatro elementos. Os munícipes “contestatórios” ao seu trabalho não reconhecem legitimidade na sua direcção, a frente do CMS, razão pela qual declaram  como “ilegal”.

 

o novo responsável do CMS, em acumulação com as funções de   responsável da juventude no município terá elaborado um projecto (cujos custos rondam aos 150 mil dólares  americanos) que apresentou a administração municipal. Nas reuniões com os seus próximos, justifica que os valores servirão para cobrir custos para realizar o concurso Miss Sambizanga no Salão de Festa da Endiama, ao qual tenciona ter como convidados  o musico Barcelo de Carvalho “Bonga” e  Yuri da Cunha, ao Som a cargo da loja de DJ´s.

 

Os “contestatórios” de Belchior invocam a desnecessidade de se realizar o concurso no luxuoso complexo da Endiama alegando que o município do Sambizanga tem o  Cine Miramar, com  músicos como Bangão , Dom Caetano, Bell do Samba, Lambas que poderiam animar o evento.

 

Uma outra ala “opositora” entende que este orçamento que Bechor de Carvalho pediu a Administração Municipal do Sambizanga, deviam  apostar nos Problemas que vivem os Jovens do Sambizanga. Apontam que há muitas  Associações Juvenis a nível do Sambizanga com Projectos para o desenvolvimento académico e Cultural para Jovens.

 

As criticas ao patrocínio dos 150 mil dólares são acompanhada de lamentações em torno da recusa de 5 mil dólares que a administração negara num passado recente a uma Associação municipal, a InforSambila.



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