Luanda - Mais de 3 mil efectivos do antigo ministério da segurança do Estado prometem organizar uma manifestação pública, como forma de protesto ao não enquadramento social, que dura há já 18 anos.


Fonte: Apostolado


images/stories/Sociedade/torture%20homen%20gritando.jpgNuma carta endereçada aos antigos ministros da Segurança do Estado, ao Comité Central do MPLA e a outras instâncias governamentais, os ex-oficiais dos serviços de inteligência deploram as condições a que estão sujeitos e a sua família, sublinhando que “muitos dos efectivos têm caído em frustração, enquanto os ricos continuam mais ricos”.



Face à sua versão, uma delegação da Associação dos ex-MINSE, encabeçada pelo seu Presidente, brigadeiro Alexandre Bastos “Sachá”, manteve um frente a frente com os associados de Benguela.



Falando para a rádio diocesana de Benguela, o associado Emídio Veiga recordou que na primeira República cumpriram grandes missões do Estado e alerta para o perigo que representa o abandono de alguns efectivos dotados de treino especial, nomeadamente o grupo operativo de destino especial.



“ Há elementos que deram a vida e muitos foram parar em campos de sofrimento. Hoje ninguém nos olha” – deplorou.



Segundo o brigadeiro “Sachá”, a situação é abrange para o leste do país. A solução, de acordo com o oficial, passa pela integração dos seus associados nas estruturas da assistência social.



“ Desmobilização e um fundo de pensão para eles” – disse.



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