Lisboa –    Manuel Vicente, o Presidente do Conselho de Administração da Sonangol ofereceu, na quadra festiva,  um bônus de 75 mil dólares a cada director da petrolífera estatal  e 35 mil a cada chefe de departamento. Nos anos anteriores costumava dar um valor inferior a este. O aumento este ano é interpretado em meios competentes como uma  forma de aligeirar o crescente descontentamento interno por ter ficado com um por cento da Sonangol.


Fonte: Club-k.net


Uma das figuras internas que é conotada como o “executor”  destes artifícios  é Francisco Lemos Maria, administrador para área financeira. Em tempos anteriores teria igualmente ordenado a emissão de cartões de credito com  valores na casa de 100 mil dólares para três identificadas secretarias do gabinete do conselho de administração.

 

A Sonangol é a empresa estatal angolana que mais contribui para o orçamento geral do Estado. Tem sido também a ponta de lança para enriquecimento de personalidades do regime. Um esquema corrente esta na gestão constitucional dos blocos de petróleo que são descobertos. A gestão é “oferecida” a empresas de elementos do regime ao qual tem direito de  1% das receitas. A gestão em referencia tem haver com a preparação legal de documentos da empresa exploradora e os acertos quanto a acomodação da mesma em Angola.



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