Luanda - Quatro, dos cinco repuxos de água, no interior do jardim já não funcionam. A relva, está a amarelar-se ao cuidado das chuvas torrenciais. A música deixou de existir, sem saber ao certo das causas. O medo de certos interlocutores, impediu a nossa reportagem, a não ter informações suficientes, sobre o local. O jardim da cultura, como é chamado, pode falir se as autoridades do Huambo não intervirem na sua manutenção.


Fonte: Club-k.net


Em conversas anónimas, com certos funcionários do governo provincial, docentes e estudantes, que em declarações a este órgão, manifestaram visivelmente o receio, de perder seus postos de serviços; contaram a nossa reportagem, questões ligadas a diferenças de pensamentos, que de algum tempo à este, tem posto barreiras entre populares de um lado e as autoridades do Huambo, do outro. Neste âmbito, consideraram a rotunda Deolinda Rodrigues, localizado numa das avenidas que, apontam o edifício “Pica-pau,” de estar em desastrosas condições de tratamento, as do Jardim da Cultural. Para intelectuais com o mesmo diapasão de pensamento, optaram por declinar entrevistas a nossa reportagem, tendo em conta o episódio que se assiste, comparativamente aos espaços verdes.

 

A administração municipal da sede da província, é apontada como sendo a detentora do tratamento daqueles espaços. Tentamos sem sucesso, ouvir a administração local da cidade do Huambo, para mais dados.

 

Pedro Chisanga é o representante da cultura na província do Huambo. Deixando claro no seu entender, o dirigente da província naquela cidade, disse que a decadência dos referidos espaços de lazeres nos últimos tempos, estão ligadas as chuvas torrenciais, que assolam a região do planalto central. Defendeu ainda que, os repuxos de água no Jardim, não jorram por estarem entupidos por falta manutenção da administração local. Segundo garantiu em entrevista Pedro Chisanga, tudo está aos carris no sentido de ser superado, este imbróglio.



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