Lisboa – O novo PCA da emissora estatal  angolana,  Pedro Cabral chumbou uma proposta que lhe foi apresentada por  Eduardo Magalhães (na foto)  que tencionava  introduzir um elemento de sua confiança na área de informação do grupo Radio Nacional de Angola (RNA).  Magalhães    fazia   gosto de ver nomeado para a citada  área, o jornalista  Adalberto Lourenço identificado como seu amigo.

 

Fonte: Club-k.net

Delfim de Manuel Rabelais no C.A

A recusa da  proposta de Eduardo Magalhães  surge em paralelo com as recentes  exonerações  de Humberto Jorge, Perpetua Cabral, Filipe Diatezua e Candido Rocha, todos eles elementos  conotados a si e ao antigo ministro da comunicação social, Manuel Rabelais.  O grupo foi afastado sem direito a cargo ou  acomodação.

 

De lembrar que Eduardo Magalhães  é administrador executivo para a informação razão pela qual coube a si propor o nome de Adalberto Lourenço.  É  a figura que ao tempo  que exercias as funções de  Director-Geral  da empresa costumava hostilizar,  o actual PCA Pedro Cabral,  ao ponto de proibir-lhe de apresentar os noticiários. Não há dados para aferir se há ocorrência de um ambiente de retaliação contra Magalhães. Sabe-se apenas que a sua introdução como membro do Conselho de Administração da RNA  foi contra a vontade da Ministra Carolina Cerqueira.

 

Nas vésperas da escolha dos nomes, Eduardo Magalhães  teria sido visto na sede do MPLA, em contacto com Dino Matross ou Rui Falcão   implorando para que o seu nome  fosse levando em conta na qualidade de Ex - DG.  Teria   também contactado, o cardeal Alexandre do Nascimento (tio de Carolina Cerqueira) para que este  intercedesse a seu favor.  A ministra da comunicação social acabou por ceder  as pressões razão pela qual o seu nome foi o último a entrar para a lista dos nomeados.



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