Namibe - Família e colegas, estão preocupados com o  silencio e desaparecimento de Florinda Canjungo Francisco Sampaio, mais conhecida por "Florinda Canjungo".  O seu telemovel esta desligado e já faz   quatro dias que a jornalista se despediu da mãe, para ir ao serviço, e até hoje não regressou a casa.


Fonte: Club-k.net


A jornalista, Florinda Canjungo, de 20 anos de idade, ao serviço da emissora católica de Angola no Namibe, desde 2008, é igualmente membro da comissão de comunicação social Diocesana local, nomeada pelo primeiro Bispo daquela Província do litoral Sul de Angola, Dom Mateus Tomas, falecido por acidente de viação em Outubro de 2010.

A Família (mãe, irmãos e tios), deram a falta da Florinda Canjungo, na passada segunda-feira, dia 31 de Janeiro, depois de ter feito cobertura jornalística no Município da Humpata, província da Huila, no passado dia 28 de Janeiro, o fórum sobre Educação e vida, promovida pela ADRA-Antena da Huila, em companhia de um outro jornalista, também do Namibe e regressados a procedência, sábado dia  29 de Jan.

A Irmã mais velha de nome Sandra, inconformada com a ausência em casa (bairro Saco-mar) de sua irmã Florinda Canjungo, por três dias, sem qualquer comunicação, procedeu na tarde desta 5ª feira 3.02, contactos com alguns familiares. Ate as 18 horas desta quinta-feira, a Jornalista da Rádio Eclésia, Florinda  Canjungo, era dada por desaparecida.

Jornalistas da imprensa privada e outros colegas da publica, procedem a contactos junto de entidades afins sobre o caso, enquanto os parentes desdobram-se proceder a contactos de localização.

Algumas ex-colegas de escola (Puniv),da  Jornalista admitem Canjungo, estar em cárcere privada de Lua de mel, com um suposto novo namorado de nome Kinito, em algures no bairro Plato, na cidade alta. Mas alertam por outro lado que o suposto namorado, tem quartos nos bairros Saco-mar, Plato e bairro Forte Santa Rita.


A intolerância que se assiste no país e o facto de a jornalista ter desaparecido misteriosamente da residência de sua mãe, onde vive, sem qualquer justificação, pela primeira vez, levanta fortes suspeitas sobre a sua integridade física.


Florinda Canjungo é a única jornalista de imprensa privada que expede trabalhos para uma das rádios privadas de Luanda, no caso a  Eclésia, enquanto prevalece à suspensão do jornalista Armando Chicoca  há 14 meses sem culpa formada com a Rádio Eclésia, actualmente servindo apenas a voz de América e  semanários privados, ao passo que por razoes de intimidação e falta de pagamento dos salários, as jornalistas correspondentes da Rádio Despertar, nomeadamente, Ana Ngueve, Imaculada Catassala e Pedro Cafiele, abandonaram aquele órgão independente.

A jornalista Florinda Canjungo é filha de Major Sampaio e de Isabel Njepele, há muito tem sofrido aliciamentos para abandonar a correspondência com a  Eclésia no Namibe.



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