Luanda - Tempos atrás em um belo dia de sol de Luanda, pelas ruas da cidade, eu ia para casa em mas um dia comum de engarrafamento na rua Amílcar Cabral bem em frente ao banco Sol, eu era o terceiro carro depois de um chinês (estrangeiro claro) que estava depois de um cidadão branco (provavelmente um português, outro estrangeiro) que conduzia ao telefone como se estivesse em casa.


Fonte: Club-k.net


Fecha-se o semáforo (acende-se a luz vermelha) e o cidadão branco sempre ao telefone ignorando as regras e códigos de estrada.

 

Abre-se o semáforo (acende-se a luz verde) e o “branco” sempre ao telefone despercebido sem dar conta da luz verde do semáforo.


E de repente o chinês como se estivesse possuído por um MANGOLE já irritado pois o carro da frente não andava porque o senhor branco falava ao “telele”, ele mete a sua cara para fora do carro já completamente chateado com a cena e grita para o branco “EI VOCÊ TILA ESSE CALO DAI, VOTA NO TEU PAÍS”.


Eu ali sem acreditar no que tivera ouvido perguntei-me bem mas bem lá no fundo da mente: SERÁ QUE O CONTRATO QUE OS CHINESES TENHEM COM O “NGUERNO” JÁ LHES DA ESSE DIREITO? Talvez sim, pois até já conheci um que dizia se chamar ANTÓNIO MANUEL DA COSTA.



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