Luanda - O Secretario Geral do MPLA, Dino Matross disse, esta semana,  a emissora  Luanda Antena Comercial - LAC que quem se manifestar provocando distúrbios “vai apanhar”.  A reacção do dirigente do partido no poder em Angola  surge  como advertência para que o povo não imite o que esta acontecer no médio oriente onde os movimentos pro-democracia continuam o desafio aos regimes autoritários.


Fonte: Club-k.net

 MPLA  apela militantes a se absterem

Aquele  dirigente partidário voltou a chamar atenção sobre o assunto, aos jornalistas  a margem de uma reunião metodológica do MPLA. Matross lembrou que o país  já andou em guerra que provocou a morte de muita gente razão pela qual advertiu que se “deve ter cuidado”. Nesta mesma  reunião metodológica o MPLA  recomendou aos militantes, simpatizantes e amigos do partido, “a manterem um elevado nível de vigilância, e se absterem de quaisquer tipo de actividades que atentem contra a convivência democrática e pacífica no país”.

 

As posições do MPLA ou dos seus dirigentes aumentaram de tone  nos últimos dias depois de terem surgido sinais de haver um sentimento de descontentamento no povo  contra  o Presidente JES, por efeito de uma inspiração as causas que levaram o povo do  Egipto a protestar pela renuncia do presidente ditador Hosni  Mubarak. As apreciações dos analistas é de  que os angolanos notam nas reclamações do povo Egípcio alguma semelhança  do que se passa em Angola.

 

Sinais de pretensão de manifestação popular:


- Tema central em ambientes laborais ou familiares em Angola.

- Posições de cybernautas em sites e blog angolanos sugerindo a ida a  rua por parte do povo.

- Sinais  em Benguela, Cabinda, e Huambo levando as autoridades a sitiarem estas duas últimas cidades.


- Realização de manifestação em frente a embaixada de Angola em Berlim exibindo cartazes desfavoráveis ao Presidente José Eduardo dos Santos


- A própria reação de Dino Matross e Rui Falcão denota que ambos tem informação a cerca do “desejo popular” em ir as ruas e contestar contra o regime.


Logo que surgiram relatos da  manifestação no Egipto, circularam em Luanda, SMS  convocando a população a fazer o mesmo; de igual modo tem  circulado  um email na internet convocando uma manifestação a ter lugar em Luanda, onde os mentores da mesma dão as instruções e exigindo a saída do presidente angolano para se promover mudanças na constituição de forma a abolir  leis que restringem  a actividade política em Angola.

 

No seguimento da massificação dos email, foi notado que Angola ficou privada de sinal da internet desde a tarde de Quarta feira. Embora alegam falha técnica, há informações “internas” que contrariam tal versão.

 

De recordar que a febre das manifestações a nível mundial chegaram agora ao Presidente ditador  Líbio, Homar Khadaff  que tem respondido com repressão. As ameaças feitas por Dino Matross, dão certeza a comentários feitos  segundo as quais  as autoridades iria  dar luz verde aos policias/militares  para disparar mortalmente contra o povo.



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