Bélgica - Através de um comunicado de imprensa distribuído a imprensa, o  Movimento para a democracia em Angola notabilizado pelas suas mobilizações na diáspora convocou uma manifestação marcada para o dia 7 de Março em frente as instalações da embaixada angolana em Bruxelas para exigir a saída do Presidente angolano no poder. Segue na integra o referido comunicado.


Fonte: Club-k.net


MOVIMENTO PARA A PAZ E A DEMOCRACIA EM ANGOLA


COMUNICADO DE IMPRENSA


O Movimento para a Paz e a Democracia em Angola, vem através deste comunicado alertar a opinião nacional e internacional, as massas angolanas e os amantes de justa, paz e liberdades através o mundo que, as Manifestações contra o ditador angolano José Eduardo dos Santos, terão lugar no interior assim como no exterior de Angola no dia 07 de Março de 2011.

 

Isto é, diante de uma situação tão desastrosa e extrememnte perigosa, os angolanos não podem agir de uma forma passiva nem espectacular. Por esta razão e tantas outras, o MPDA vem através deste comunicado, mobilizar e sensibilizar todos angolanos e amigos de justiça social através o mundo, de juntarem-se connosco neste dia, apartir das 13 horas em Bruxelas (Place Louise), com o destino a Embaixada de Angola sediada junto a União Europeia, onde será entrega uma petição conjunta da Comunidade Angolana de diáspora e do interior de Angola.

 

Cuja as reivindicações, são pacíficas, democráticas e legítimas inspiradas no Movimento de «Não-Violência » e a favor de paz e estabilidade no nosso país.

 

Alertamos e rogamos as autoridades angolanas, as forças armadas, a polícia nacional, a anti-motim, o Sinfo, o SIE e tantas outras forças ao serviço do nosso país, de optar a passividade e a não-violência, para a salvaguarda da soberania de nação e a unidade nacional. 


O MPDA condena veementemente toda a acção e delítos macabres do regime de José Eduardo dos Santos em curso, contra o povo pacífico de Angola.

 

Alertamos as autoridades angolanas de respeitar a soberania do povo e a garantia do Estado de reconhecer invioláveis os direitos e liberdades fundamentais consacrados no Título I Artigo I° sobre os Príncípios Fundamentais da soberania popular, a independência e justiça social.

 

O governo de Angola, deve respeitar de tal modo, o Artigo 40° sobre direito de exprimir de divulgar e de compartilhar livremente os seus pensamentos, as suas ideias e opiniões pela palavra e imagem ou qualquer outro meio.

 

Respeitar o Artigo 47° § 1. do direito e liberdades de reunião e de manifestação pacífica e sem armas, sem necessidades de qualquer autorização nos termos da lei, como garantia a todos cidadãos.    


É de salientar que, após longos anos de guerra dos interesses de José Eduardo dos Santos e pares, os angolanos apostaram-se pela paz, democracia, justiça social e a não-violência que conduz um povo numa paz e estabilidade duradoura.

 

Os massacres levados acabo pelo regime do MPLA contra os angolanos de todas origens em 27 de Maio de 1977, contra os ovimbundos em 1992 e contra os bakongos em 22 e 24 de Janeiro de 1993 a dita Sexta-feira Sangrenta, bastem e serão os últimos acontecimentos que marcaram o enriquecimento da elite em detrimento do sangue do povo angolano.

 

Isto é, uma tal atitude poderá não só, pôr mal as infrastruturas da elite dominante mas também as vidas das suas famílias e as infrastruturas estrangeiras no nosso país. Também, o povo angolano, jamais deixará que as lágrimas contornam novamente as nossas vistas.


Evitar um novo banho de sangue que poderá sucumbir não só as populações angolanas mas também os estrangeiros e amigos de Angola.


Por isso, alertamos a opinião nacional e internacional, as organizações dos direitos humanos, no caso de  não respeito a lei vigente na República de Angola aprovada em unanimidade pelo próprio MPLA, a diáspora angolana, tomará medidas seguras e repressivas contra as embaixadas e dirigentes angolanos no estrangeiro.


Sobretudo, acreditamos que não nesta via que o MPLA vai resolver os problemas pertinentes a nação mas pelo diálogo, pela justiça e tolerância.

 

As violações e os atropelos repetidos, conduzem a prerrogativas e conspirações no seio de um povo ou grupo, contra as autoridades governantes e tomar o poder pela força popular.

 

A atmosfera actual sofreu metamorfose importante e capital na história contemporânea africana. Jamais um povo recua diante de um elefante nem diante de um leão.


Respeitamos o direito e legitimidade do povo, de escolher livremente a sua forma de vida, a sua opção social, religiosa e cultural, sem que alguem impede-o de fazer por razões políticas ou de outra natureza, excepto nos casos previstos pela presente lei, quando a mesma é respeitada.


Quando esta legitimidade é metida em causa, então todo o povo, tem o direito de reivindicar o seu direito consagrado pela lei e pelos tratados internacionais.

 

Apelamos o engajamento de todos filhos da Pátria e dos defensores dos direitos e liberdades fundamentais contra qualquer tipo de violência as reivindicações do povo angolano. Unidos venceremos.

 

Depart. Do MPDA p/Informação e Comunicação


Telef:+32 484 50 60 29 E-mail:mpdaangola.com revoluçEste endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
www.mpdaangola.com ou www.revolucaoangolana.inf



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