Luanda - A polícia nacional levou a cabo uma investigação durante 4 meses, onde desmantelou uma rede de cidadãos chineses na comuna do Benfica em Luanda. Os mesmos dedicavam-se ao rapto de outros cidadãos chineses para prostituição, incluindo roubos de viaturas e falsificação de moeda.


Fonte: TPA

Nos últimos meses moradores do Benfica, tem feito denúncias à polícia de que alguns cidadãos chineses estão envolvidos nas práticas de crimes de natureza diversa. As denúncias faziam também referência a chineses que raptavam os seus compatriotas, praticas de prostituição, roubo de viaturas, falsificação de moeda e documentos diversos. 
 

A polícia Nacional avançou com operações de desmantelamento de algumas residências onde viviam estes indivíduos responsáveis por estas práticas e culminou com a detenção de 16 cidadãos chineses.


As residências onde são feitas estas práticas estão reforçadas com portas de alta segurança e com um aparato apropriado para cárcere, esconderijos para outros meios como armas de fogo e uma vasta logística proveniente da China; que servia para alimentar um certo número de chineses raptados. Existe ainda quartos para actividade de prostituição aonde viviam mulheres chinesas que viviam sob custódia do proprietário da residência.


Foram encontradas no local 6 viaturas roubadas a cidadãos chineses todas top de gama, e uma rede de 10 mulheres chinesas que se dedicavam a prostituição, e os valores cobrados revertidos ao chefe do grupo.


Segundo o porta-voz da PN de Luanda, Super Intendente chefe Jorge Bengue, as pessoas raptadas são famílias ou pessoas chegadas de indivíduos chineses que tem bens materiais valiosos e grandes quantias monetárias, obrigando assim a pessoa lesada a pagar o resgate do parente ou amigo que estivesse nas mãos desses malfeitores. Os raptores tinham condições para manter os sequestrados tempo suficiente até que fosse pago o valor do resgate exigido.


O porta-voz considera a situação grave e preocupa bastante o ministério, e afirma ser o início de uma operação que continuará para se responsabiliza criminalmente todos aqueles que estão envolvidos nessa prática e desencorajar os pretendem entrar para esta actividade.



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