Luanda - Uma pessoa ficou ferida com gravidade na sequência de confrontos entre efectivos da Polícia de Intervenção Rápida e populares no Huambo.


Fonte: Apostolado
 

A nossa fonte não explica claramente a origem dos tumultos que tiveram lugar no bairro Popular do Bom Pastor.

 

Cita, no entanto, a morte de um cidadão alegadamente atingido pela polícia nacional como a causa da confusão.

 

“A senhora que responde pela graça de Mbaka, que foi alvejada nas pernas, não tem ferimentos nas zonas mais graves do corpo. Fracturou a perna” – disse o activista cívico Ângelo Kapratcha.

 

“O irmão dela mais velho é uma das razões por que o povo se rebelou. É ele que encontrou a morte causada por um agente já na semana antepassada” – referiu ainda.

 

“Houve muita confusão, muito duelo entre a Policia de Intervenção Rápida e a população” – revelou.

 

“Enquanto a polícia de intervenção rápida disparava com armas de fogo a população atirava pedras para a autodefesa. A polícia entrou nas respectivas casas dos populares, tirar as pessoas e levá-las para o comando municipal da polícia. Tenho a certeza que até ontem à tarde muitas dessas pessoas não estavam soltas” – continuou.    

 

Por seu turno, o Secretário-geral da UNITA, Abílio Kamalata Numa, considera haver drama entre polícia e populares no Huambo, desde que o governador Faustino Muteka chegou à província. 

 

“Desde que esse governador foi para o Huambo a polícia tornou-se quase assassina. Ontem ou anteontem o Huambo viveu um drama de morte de mais cidadãos pela polícia” – disse Numa.

 

“Não se faz nada e essa saga continua. Nós queremos que a policia se posicione na condição de defensor da ordem pública e do cidadão e não de seus carrascos” – frisou ainda.



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