Brasil - Procuradores da Costa do Marfim acusaram formalmente o ex-presidente Laurent Gbagbo de cometer crimes econômicos para se manter no controle do país após a derrota nas urnas em novembro de 2010. As acusações, que também valem para a esposa do ex-mandatário, Simone, incluem ganhos ilícitos, assalto a mão armada e peculato.


Fonte: cartacapital.com.br


O casal, que desviou milhões de dólares do Banco Central, foi preso em abril depois de cinco meses de instabilidade e confrontos internos provocados pela negativa de Gbagbo em deixar o poder. O ex-presidente, à época no comando do país desde 2000, alegava fraudes nas eleições.

 

Com isso, a Costa do Marfim ficou dividida entre os partidários de Gbagbo, ao Sul, e os aliados de Alassane Ouattara, oficialmente eleito e com o apoio da comunidade internacional, ao Norte.


Os conflitos deixaram cerca de três mil mortos, levando as tropas francesas a entrar no país e a bombardear alvos ligados a Gbagbo.

 

O governo marfinense solicitou o envolvimento da Corte Criminal Internacional para julgar as acusações mais sérias, como as mortes de civis, por não se considerar competente para tal.



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