Luanda - “Angola, tantas desigualdades, tantas assimetrias, em tão pouco tempo”, uma questão a que o economista, Alves da Rocha, afirma ainda não ter sido capaz de responder nas suas participações internacionais.

 
Fonte: Apostolado

 

O país lusófono é objecto de estudo de renomados académicos internacionais sobre o destino dado ao anunciado crescimento económico por parte do executivo angolano.

 

“ Tentando encontrar alguma resposta pela negativa, começamos a perceber que não vai para a agricultura, não vai para a saúde, não vai para a educação” –  afirmou.

 

Inquietações suscitadas pelo fraco desempenho social do sistema angolano, no extracto do pronunciamento do académico angolano na cerimónia de apresentação do relatório económico da Universidade Lusíada de Angola, na cidade do Lobito.

 

O documento aponta como um dos destinos dos resultados do crescimento da economia angolana, o patrocínio das autoridades angolanas às economias de países da Ásia, Europa e América do Sul, através das receitas do petróleo.

 

“ Se olharmos para a balança de pagamentos de Angola, ( ... ) podemos verificar que Angola tem sido o apoio importante, através das suas importações, que são pagas com as exportações de petróleo, começamos eventualmente a descortinar alguns canais de transformação do crescimento económico e, por essa via, tem patrocinado parte do crescimento económico dessas economias.

 

O economista angolano citou “Portugal, China e Brasil” como os principais destinos do crescimento económico de Angola.



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