Lisboa –  José Eduardo dos Santos,  manifestou-se  desapontado   quanto as incongruências das  garantias  que lhe foi  inicialmente avançada sobre  as   condições de  acolhimento do seu complexo presidencial  na Ilha  do Mussulo, após o período  de  obras de restauro.


Fonte: Club-k.net

Guardas tiveram que dormir em tendas

JES   notou detalhes considerados contrários,  as motivações que o deixaram convencido a ficar  naquela ilha  em alternância ao inesperado   cancelamento da viagem  de ferias que previa fazer,  a Hong Kong, a dia 28 de Outubro.   Por força  de tal realidade, os seus guardas pessoais  e o staff  de apoio administrativo  tiveram,  de dormir no chão acampados  em tendas. Os mesmos eram apoiados  por um “convoy” da  Unidade da Guarda Presidencial que todas as manhas fazia  a travessia, por terra,   a Ilha do Mussulo.


O cenário a qual o pessoal  de apoio ao PR foi submetido, no mussulo,  é   descrito como  “sem razão de ser ”  tendo em conta a alocação de verbas que foram aplicadas para as respectivas condições de acolhimento  


Situado na orla oposta ao triangulo do museu da escravatura, o  complexo  presidencial no Mussulo esteve, de facto,   em obras de reparo que resultou na sua alteração. No quintal foram construídas acomodações para os guardas para além de um quarto  onde foram colocados  dois geradores  de eletricidade.  O quintal  “bastante largo”  dispõe de  um campo de entretimento (Basquete/tênis)  e na parte de fora foi colocada uma  passadeira que dá acesso a um personalizado   cais. 


Enquanto o complexo   estevea ser reabilitado, o presidente, das raras vezes  que fosse   ao  Mussulo ficava em casa da   filha,  Tchizé dos Santos  mas entretanto  sem   pernoitar.  Numa das vezes chegou a   ir ver o complexo quando este se encontrava na fase terminal.  

 

JES   tencionava ficar  por 15 dias naquela ilha, porem viu-se atentado a retirar-se este fim de semana último  em conseqüência de um pedido feito pela filha,  Isabel dos Santos para participar de uma Gala da Cruz Vermelha de Angola. Tem na agenda uma deslocação a província do Kwanza-Norte para celebração do dia da Independência.



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