Lisboa -  Artur Queiroz, o principal assessor de José Ribeiro no Jornal de Angola (JA), foi «competentemente surrado» na semana passada pelo director do Semanário Novo Jornal (NJ), Victor Silva.


Fonte: Club-k.net

Pai da censura no Jornal de Angola

Segundo testemunhas, a cena de pugilato ocorreu na quarta-feira da semana passada, nas imediações do Jornal de Angola, tendo a iniciativa da luta pertencido a Artur Queiroz, que terá abordado em termos pouco simpáticos e provocatórios Victor Silva, que é igualmente um dos administradores não executivos do único jornal diário do país.

 

Dizem as fontes do Club K, que Queiroz, tido como o «pai da censura no jornal de Angola», foi quem atacou Victor Silva, primeiro, verbal e, depois, fisicamente. Em resposta à agressão, o director do NJ, fisicamente mais novo, acabou por dar uma valente sova ao seu oponente.

 

O confronto físico resultou em «sérios danos materiais» para o assessor de José Ribeiro que, segundo as mesmas fontes, tem sido visto, por estes dias, a arrastar-se penosamente pelos corredores do jornal, devido às lesões que sofreu numa das pernas.

 

“O tuga mercenário”, como é conhecido naquelas bandas, estará a dizer aos seus mais próximos que a lesão que sofreu terá resultado do jogo de futebol no qual ele supostamente participara. Nos corredores, são muitos os profissionais do JA que, em surdida, se riem de Queiroz. 

 
Artur Queiroz, um «velhote» na casa dos 60, visto por muitos como um “mercenário” português ao serviço do regime, havia em 2009 ofendido Victor Silva, chamando-lhe de “moço de recados”, quando este último trabalhava para o Jornal de Angola. Recorde-se que Victor Silva já foi durante vários anos director do JA.  


Não se conhece nenhuma reacção ao caso por parte de José Ribeiro, o homem que tirou Artur Queiroz do desemprego em Portugal.



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