Catarina Sierra disse à agência noticiosa angolana Angop que o concurso internacional para a edificação das habitação, escritórios, comércio, hotéis, áreas turísticas e de lazer está concluído.

Aprovado em Setembro de 2007 pelo Conselho de Ministros, o projecto Baía de Luanda visa a construção de obras públicas e privadas ao longo de toda a zona marginal da Avenida 4 de Fevereiro, com medidas rigorosas para reduzir o impacto ambiental.

Desde o início da obra (7 de Novembro de 2007), o Projecto Baía cumpriu já três fases, nomeadamente abertura do canal e constituição do aterro no prolongamento do Largo 17 de Setembro, recuperação e limpeza das estações de bombagem e do sistema de recolha de esgotos da Marginal, bem como os trabalhos de dragagem e aterro do local.

A parte referente à construção de obras públicas, sem ónus para o Estado, segundo dados, está orçada em 113,6 milhões de dólares, que é o montante dos fundos próprios a ser aportado pelo investidor.

Financiada mediante empréstimos bancários, a empreitada resume-se na abertura de novos parques de estacionamento com capacidade para 1600 viaturas, criação de espaços públicos de lazer, com áreas ajardinadas e arborizadas, bem como a recuperação das fachadas de alguns edifícios da Avenida Marginal e o seu arranjo paisagístico.

No tocante às obras privadas, reafirmou estar prevista a construção de duas torres (uma com 37 pisos e outra com 24) para escritórios, comércio e habitação e outros dois edifícios para funções multiuso, como hotel e centro de convenções, numa área de 122 mil e 581 metros quadrados.

Prevê-se também a edificação de espaços para habitação, escritórios, comércio e empreendimentos hoteleiros, turísticos e de lazer na Ilha do Cabo, em terreno maioritariamente a ser conquistado à baía, num total de 965 mil metros quadrados.
Fonte: Macauhub



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