Cerca  de 4 jornalistas, dentre os quais ,dois editores largaram o Semanário AGORA, nomeadamente  Augusto Nunes, Paulo Sérgio, Irineu Mujoco e Manuel Lutomatala. Os dois últimos  tiveram passagem muito curta na publicação. A saída de Augusto Nunes e Paulo Sérgio, ex editores de cultura e de sociedade, abalaram a redacção deste jornal uma vez que o ultimo se destacava pelas reportagem e os destaques.

Do Semanário Angolense, saíram três jornalistas dentre eles, Dani Costa e José Kaliengue, dois profissionais com créditos firmados no mercado angolano. Receberam propostas para serem   editores de sociedade e de política, respectivamente. A eles juntou-se Vladimiro Russo, um jovem jornalista que se destacou em reportagens. Entretanto face a situação, os responsáveis das duas publicações acima  recrutaram alguns jovens oriundos do Cefojor e do IMEL  que iniciariam a estagiar nestes órgãos.

O semanário “A Capital” também foi “mexido”. “o Pais” tomou-lhe dois fotografos Daniel Miguel "Americano" e Nico Pedro e o repórter Manuel Nunes.

O ex- DG do Jornal de Angola, Luis Fernandes que é  um profissional formado pela Universidade de Havana foi proposto para ter as mesmas funções nesta publicação com sede em Talatona. Do Jornal de Angola, seguiu-lhe, o jornalista  José Meireles que tem agora a proposta de Sub chefe de redação do “O Pais”.

Para alem destes profissionais a redação é reforçada por finalistas do curso de comunicação social da UAN e três português com larga experiência.  Entre os quais, o jornalista  Luis Faria que é o editor de economia. Os elementos/assessores português revelam na pratica forte poder na empresa, porem são denotados sinais, em Luis Fernandes  patenteados com posições favoráveis a “afirmação” e “dominação” dos profissionais nacionais. L Fernando por exemplo, chama a si, o poder de escolha sobre os editores.

Avaliações competentes referem que no caso dos Semanários “lesados” , estes não tiveram poder de competição com o “O Pais” que se propõe pagar aos seus editores cerca ou mais de USD 2500 e USD 2000 para os reportes e fotógrafos com proposta de aumento nos próximos três meses.

Este novo jornal tem previsão de sair as ruas no próximo dia 11 de Novembro que será antecedido e paralelo com a acção  da sua maquina de marketing  através de “outdoors” espalhados por Luanda e publicidades que vão passar pela TPA. A semelhança do “Novo Jornal”, o  Semanário “O Pais” prevê uma linha editorial independente conforme previas garantias dos acionistas a actual direcção.

A “media nova” é um gigante projecto multimedia com um capital de cerca de 30 milhões de dólares. De acordo com Informações do "AM", tem como administrador principal Mário Inglês, um engenheiro formado em petróleos nos EUA, com ligações estreitas a José Eduardo dos Santos. São  tidos como acionistas figuras do circulo presidencial dentre os quais o General Manuel Helder “Kopelipa” ,  o Porta Voz Aldemiro Vaz da Conceição e outros. A “Media Nova” prevê por no mercado  uma emissora de rádio, um jornal diário, duas revistas temáticas e a TV Zimbo que terá como director de informação Amílcar Xavier, um jovem jornalista  formado em comunicação Social em Portugal.

Existem em Angola cerca de 10 semanários privados. Uma pesquisa “de propósito interno” encomendada pelo regime antes das eleições, pela empresa de consulta  “Consuleste” indicou que os “Semanário Angolense” e “A Capital” lideram a posição das vendas/leitura.

Fonte: Club-k.net



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