Luanda - Na primeira jornada, em Libreville, a seleção angolana perdeu por 0-1, com o Gabão, enquanto na segunda ronda baqueou, em Luanda, para o Burkina Faso, por 0-3.

Fonte: Sapo
A Federação Angolana de Futebol (FAF) reconheceu ter havido lapso na legalização da documentação dos jogadores Dolly Menga e Igor Vetokele, com as instituições internacionais que regem a modalidade em África e no Mundo (CAF e FIFA).

Esta informação foi prestada esta terça-feira à imprensa pelo vice-presidente da FAF, Osvaldo Saturnino de Oliveira “Jesus”, no final de uma reunião com o Ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, relacionada aos factos ocorridos aquando dos jogos da primeira e segunda jornadas de acesso ao CAN2015, no Reino de Marrocos.

Os atletas Dolly Menga (FC Lierse da Bélgica) e Igor Vetokele (Charlton Athletic da Inglaterra) eram opção do técnico Romeu Filemon para os dois desafios com o Gabão e Burkina Faso, mas aguardavam pela legalização dos seus processos junto da CAF e FIFA, por terem já competido nas seleções jovens da Bélgica.

“Não foi fácil para nós tratar processos de legalização e naturalização de um número considerável de jogadores sem poder haver uma falha. Assumimos isso junto do senhor ministro porque a FAF fez todo trabalho para que tudo fosse perfeito”, referiu.

De acordo com o responsável, no encontro com o ministro foram igualmente abordados os próximos jogos do grupo, que servirão para a definição do futuro da seleção nacional na campanha de qualificação ao CAN.

Na primeira jornada, em Libreville, a seleção angolana perdeu por 0-1, com o Gabão, enquanto na segunda ronda baqueou, em Luanda, para o Burkina Faso, por 0-3. Na terceira jornada os Palancas Negras jogam em outubro, em Maseru, frente o Lesoto.



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