Lisboa –    As   empresas privadas Westside e Semba Comunicações, detidas por Welwistchea dos Santos e José Paulino dos Santos recebem  da Televisão Pública de Angola (TPA), o equivalente a 30 milhões de dólares anuais pela  produção de programas  e gestão do canal2  televisão Estatal. 
 
Fonte: Club-k.net
 
REVU: Filha  do ex-Presidente  tornou-se   opositora do governo
 
O acordo foi recentemente   suspenso    pelo governo de João Lourenço  como medida de austeridade  e de poupar gastos ao Estado angolano,  por  efeito da crise que assola o país. 
 
 
De acordo com esclarecimentos, prestados ao Club-K,  as empresas privadas destes dois  filhos do ex-Presidente, José Eduardo dos Santos recebiam duas vezes fundos do Estado angolano através de duas distintas instituições, pelo mesmo trabalho. Numa fase inicial a Semba Comunicações   recebia  USD 100 milhões do extinto GRECIMA, órgão que funcionava na orbita da Presidência da República. 
 
 
A Semba Comunicações usava os fundos provindos do GRECIMA para produção de programas de televisão e propaganda do governo e por sua vez revendia os programas a Televisão estatal.  Os fundos que recebiam da TPA  eram canalizados para  Westside, controlada pela deputada Tchizé dos Santos. 
 
 
Não obstante ser paga com fundos públicos a  Semba Comunicações e a Westside usam  também, a custo zero,  um  estúdio  de última geração, da TPA designado por “Nave principal” localizado no centro de produção do Camama. É lá, onde a Semba realiza a produção dos programas do Canal 2. 
 
 
No âmbito desta  parceria, a  Semba Comunicações ficava também com as verbas colhidas de toda publicidade feita no Canal 2 da TPA. Ambas empresas controlavam também o canal da TPA Internacional.  
 
 
Foi também com fundos provenientes desta parceria que a Semba Comunicações montou um estúdio padronizado na zona de Canaxide em Lisboa. 
 
 
Na sequencia da suspensão por parte do governo angolano, a deputada Welwistchea dos Santos tem sido criticada pelo seu comportamento em usar as redes sócias, para falar mal do novo governo de Angola e ao  MPLA, partido  na qual faz parte. 
 
 


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