Luanda - Barack Obama: Se o tivessem como vizinho de porta, a maior parte dos chefes de Estado africanos teriam cortado de imediato as relações com Barack Obama após ele ter defendido, no Gana, que a África «não precisa de indivíduos poderosos mas de instituições fortes».

Por certo, a generalidade dos líderes do nosso continente viu nessa afirmação um convite à instabilidade interna dos seus países, que governam como se fossem meras extensões dos quintais das suas mães.

Em nome de uma suposta cultura africana que defende líderes fortes, a maior parte das Constituições dos países africanos privilegia cada vez mais os poderes individuais, isto é, daqueles que circunstancialmente se encontram ao leme Isso é feito em detrimento das instituições, nomeadamente parlamentos, tribunais, e outras que deveriam fiscalizar e controlar o exercício do poder. Um exemplo disso está numa proposta de Constituição.

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Fonte: Semanario Angolense



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