Marrocos - Vimos por meio desta aprestar uma NOTA no qual irá abordar das péssimas situações vividas pelos OS ESTUDANTES ANGOLANOS NO REINO DE MARROCOS, Argélia , Tunísia.


Não obstante, usamos este meio social afim de nos ajudar a divulgar esta mensagem (GRITO DE SOCORRO 2). Nos encontramos numa situação Precária e degradante, estamos a ser injustiçados o ano de 2019 começamos mal no entanto o que se passa é grave fomos cortados as bolsas de estudo no meio do ano depois de termos feito, os exames do 1º semestre por motivos de reprovações , nós quando chegamos cá fizemos 6 meses de língua Francesa e partimos para as faculdades posto nas mesmas os professores comunicam-se em Árabe, sem querendo saber de nós ( são negros) e o nível de estudo é muito elevado, e dai surgiram as reprovações e por outra temos alunos que mesmo reprovando 2 vezes o continuaram e conseguiram bons resultados depois de toda estas fases e com o conhecimento da mesma instituição ( INAGBE) que deixou inscrevermos, uns a caminho do 2ºano, e uns no 2º, 3º ano, no 1º ano do mestrado nas faculdades Estatais, reconhecemos os nossos erros que falhamos, e a mesma instituição também influenciou para este fruto amargo no mês de Fevereiro o INAGBE reuniu com os nossos Pais em Angola dizendo que iriam cortar as bolsas, e que se tem alguns Pais com a possibilidade eles tinham que assinar um termo de responsabilidade para que custeassem os estudos dos seus filhos, e os mesmos rejeitaram, dizendo assim:

 

Em uma fase dessa que o País se encontra, o que eles vêm cá fazer, somos filhos de pobres, em que o País não tem meios para envios de dinheiro, fizeram uma carta a pedido de desculpa e sem resposta por parte da instituição, lá passou o tempo desde Fevereiro até a data presente, dia 12 do mês corrente nós em fase de preparação para os exames fomos apanhados de surpresa, ouvindo dizer que tem listas de cortes de bolsa, normalmente as provas de vida não são feitas no meio do ano e sim no final do ano lectivo como prevê o regulamento do estudante bolseiro, já lá se passam 3 meses a caminho de 4 meses que não querem nos fazer os pagamentos e a diretora do INAGBE alegou em uma entrevista, dizendo que os pagamentos no exterior estão resolvidos, é tudo mentira pedimos que o Camarada João Lourenço ouça as nossas suplicas, temos as habitações para pagar, Comida, energia , água, ( dividas neste período) estamos bloqueados não queremos voltar sem terminar as nossas formações sabendo que cá a mesma é de 3 anos (licenciatura), para ver se consigamos ajudar o nosso País e não só, nossos familiares então pedimos uma prova de vida ainda este ano com dados atualizados, por estas razões como séria possível ter um bom aproveitamento académico se os mesmos (estudantes) têm PASSADO FOME NO MOMENTO MAIS IMPORTANTE.


Como séria possível termos um aproveitamento académico se passamos sempre fome nos momentos mais cruciais da nossa formação?


Por isso, estamos a pedir a este JORNAIS, CLUB K, FALA ANGOLA etc. ( todas as redes sociais) PARA NOS AJUDAR a publicar esta mensagem. ESTAMOS ACLAMAR POR AJUDA, E SOCORRO, PORQUE ESTAMOS A SOFRER, O ESTADO DE SAUDE DE ALGUNS DEIXA A DESEJAR NÃO DORMIMOS . Temos o SAE que são os responsáveis deste sector que se encontra na Argélia assim temos o responsável cabeça: Maculu Valentin Afonso e Filomena Pedro Pinto Kukinda , queremos o nosso dinheiro.


OBS: ESTAMOS SUFOCADOS CÁ NAÇÃO ANGOLANA. Ajudém-nos

 



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