Luanda – A execução cabal das orientações do presidente da Mesa da Assembleia Geral do Cofre de Previdência do Pessoal da Polícia Nacional (CPPPN), o comissário geral Paulo Gaspar de Almeida, por parte da actual direcção, já levou para o mercado do desemprego cerca de 70% trabalhadores, num universo de mais de 130. 

Fonte: Club-k.net
Sabe-se que desde que assumiu o leme, o novo presidente do CPPPN, o superintendente-chefe Domingos Jerónimo, tem vindo a divulgar, quase diariamente, listas de pessoas a serem dispensadas, em total desrespeito a Lei Geral de Trabalho em vigor.

 

Neste momento, todos efectivos da polícia nacional que prestavam o seu saber naquela instituição mutualista foram remetidos a disposição da direcção nacional dos Recursos Humanos do Comando Geral. Enquanto que a maior parte dos trabalhadores civis, viram os seus contratos de prestação de serviço a serem reincididos sem quaisquer explicações.

 

Há quem acredita que o superintendente-chefe Domingos Jerónimo esteja aproveitar-se das orientações do presidente da Mesa da Assembleia Geral, para se vingar de todos aqueles trabalhadores que eram próximo à direcção cessante (do comissário Luís Alexandre).

 

Dentre as suas vítimas, constam igualmente o antigo vice-presidente do CPPPN, identificado apenas por Lourenço, além dos trabalhadores mais antigos, como Santos e Cristina, que trabalham no CPPPN desde os anos 70 e 80 respectivamente. 

Agressões 

A onda de perseguições contra os antigos colaboradores de Luís Alexandre, resultou de igual modo em agressão física contra o assistente do Presidente do Conselho de Administração do Grupo C, de nome Wilson, por este recusar abrir a porta do gabinete do seu chefe, que se encontra ausente.

O acto foi praticado pelo um subchefe da Polícia Nacional, identificado por Campos, a mando do actual presidente do CPPPN, ocorreu na presença dos demais trabalhadores, que manifestaram a sua indignação.

 

Sabe-se que após a agressão gratuita, o 'carrasco' Campos arrombou a porta do gabinete do PCA do Grupo C, subtraindo documentos importantes daquela empresa que presta serviço ao Cofre de Previdência do Pessoal da Polícia Nacional há vários anos.



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